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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

MUDANÇAS NA BNCC - HISTÓRIA ANOS FINAIS

O ensino de História, assim como o de outras áreas do conhecimento passaram por uma revisão e agora devem ser ministrados conforme as indicações da BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. De modo geral, podemos dizer que além de reestruturar os conteúdos a serem trabalhados em cada ano do Ensino Fundamental ela também procurou contemplar dois pontos: 
1º Que os estudantes aprendam a relacionar fatos passados com o presente;
2º Que possam desenvolver uma visão crítica dos fatos.   
De acordo com a Base, é preciso que o ensino de história ultrapasse a “contemplação” de fatos históricos e passe a ser um instrumento a serviço de um discernimento maior sobre as experiências humanas e das sociedades em que se vive. A nova proposta também traz em suas habilidades um olhar maior sobre a influência dos povos indígenas e africanos.

OS PRINCIPAIS PONTOS DA BNCC

1° Os alunos adquirem uma postura ativa
Destaca a análise da história em cinco pontos:
Identificação: reconhecer o que está sendo estudado.
Comparação: relacionar diferentes fatos para compreender o contexto..
Contextualização: aluno deve identificar o momento em que uma circunstância histórica é analisada e as condições específicas daquela realidade.
Interpretação: todos devem ser capazes de levantar hipóteses e desenvolver argumentos acerca de fatos históricos de maneira a estimular o posicionamento crítico
Análise:através da analise o aluno passará a compreender o fato em questão numa perspectiva mais ampla veificando diversos aspectos que juntos formam um todo.

2° Pensamento crítico
O pensamento crítico é a chave para compreender como os acontecimentos históricos aconteceram, por que aconteceram e quais as implicações e lições que podem ser aprendidas no presente. O debate de ideias e opiniões é a chave para a desenvolver uma aprendizagem rica e plural.

3º DIVERSIDADES DE FONTES A SEREM UTILIZADAS
É essencial que o professor diversifique suas fontes em sala de aula para que os alunos tomem contato e possam assim construir o conhecimento.

HISTÓRIA NA BASE: ANOS FINAIS

Os Anos Finais seguem um conteúdo cronológico dividido em:
6º ano: Antiguidade e Idade Média (trabalhado anteriormente no 7ano)
7º ano: Idade Moderna, colonização da América
8º ano: Séculos XVIII e XIX, Brasil dos movimentos separatistas ao Segundo Reinado
9º ano: Século XX e XXI, Brasil da Primeira República até hoje.

No próximo artigo abordaremos as mudanças ocorridas em Geografia anos finais do Ensino Fundamental.

Fontes consultadas:
BNCC 2018 disponível em:http://basenacionalcomum.mec.gov.br/

POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUANDO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FORMAÇÃO TÉCNICA EM AGRO EXTRATIVISMO
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

AGROECOLOGIA #1: ROTAÇÃO DE CULTURAS


A rotação de culturas é uma técnica utilizada para diminuir a degradação do solo provocado pelo plantio continuo de diversas culturas. Basicamente, é realizado anualmente a rotação de espécies vegetais, numa mesma área agrícola, para que o solo possa recuperar os nutrientes absorvidos pelo vegetal durante o período em que este esteve ocupando determinado espaço.
Lavouras extensas como milho, soja, cana de açúcar entre outras, costumam provocar ao longo do tempo a degradação física, química e biológica do solo, nesse sentido, é importante manter certos cuidados para que estas áreas não apresentem no futuro uma baixa produtividade devido à falta de nutrientes no solo.
O surgimento de pragas em uma lavoura pode estar associada com a forma que o solo é manejado. As monoculturas servem como um convite para as pragas se instalarem, pelo fato de não apresentarem “defesas” contra esses invasores. É importante diversificar sua lavoura ou mesmo sua horta caseira com plantas que funcionam como repelentes de insetos e que tenham o ciclo de colheita parecidos.
Outro ponto positivo da rotação de culturas é o controle das plantas daninhas que se alastram rapidamente e que, quando não são tomadas medidas de controle, elas podem acabar com o seu plantio, pois elas também necessitam dos nutrientes do solo para se desenvolver e passam a ser concorrentes naquele espaço. No próximo artigo, falaremos das diversas formas de adubação do solo e como fazer uma pequena horta em casa! 


POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUANDO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FORMAÇÃO TÉCNICA EM AGRO EXTRATIVISMO
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA.
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sábado, 29 de dezembro de 2018

FATORES DETERMINANTES DO CLIMA

Os fatores determinantes são aqueles que influenciam o clima de uma determinada região ou continente. Nesse artigo, iremos conhecer os principais fatores que fazem com que nosso planeta apresente uma variedade de climas. Como mencionamos anteriormente, os continentes apresentam variações climáticas que podem determinar quais as características que irão se manifestar naquele recorte espacial.
Entre os grandes continentes do nosso planeta, podemos citar o Continente Americano que apresenta uma extensão no sentido Norte e Sul, o que o leva a apresentar uma variação climática que vai desde o clima equatorial até o frio de montanha. 

O que leva o continente Americano apresentar essas variações climáticas?
Essas variações climáticas ocorrem graças a influência dos fatores que determinam o clima como a latitude, o relevo, as Massas de ar e de água que atuam em determinada região do continente. Primeiro vamos entender qual o papel da latitude no Clima.
 A latitude indica a posição de determinada área medida em graus, ou seja quanto mais distante do equador maior será a latitude e consequentemente mais frio e quanto mais perto do equador menor será a latitude e consequentemente mais quente, isso ocorre pelo fato que não recebemos o raios solares com a mesma intensidade em todas as áreas do planeta.
 O Relevo influencia no clima a partir da variação de altitude, pois em áreas próximas a costa que apresentam o nível igual ou próximo ao do mar a temperatura tende a ser mais alta, enquanto que em áreas mais elevadas como nas serras e nos planaltos a temperatura é mais baixa. Além disso, o relevo também pode influenciar no regime de chuvas quando forma uma espécie de barreira natural impedindo que as massas de ar adentrem no interior do continente como ocorre em alguns estados no Nordeste.
As Massas de ar também exercem influência no clima. Quando formadas próximos aos oceanos elas se tornam úmidas e levam para áreas onde costumam atuar chuvas. Quando se formam nas altas latitudes (nas regiões dos polos) elas são frias e derrubam a temperatura das áreas por onde passam, como ocorre na Patagônia e no Sul do Brasil. Além de úmida e fria elas também podem ser secas, pois isso ocorre quando elas se formam no interior do continente.
Por fim, as Massas de água vão influenciar na continentalidade que é um fator climático relacionado à distância do oceano (enquanto mais distante do oceano mais quente e seco será) e a maritimidade está relacionado à proximidade de mares e oceanos (maior será a umidade do ar e o índice pluviométrico).


POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
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FORMAÇÃO TÉCNICA EM AGROEXTRATIVISMO
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA.
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segunda-feira, 30 de abril de 2018

ENEM - IMPACTOS AMBIENTAIS NOS BIOMAS BRASILEIROS


Segundo o IBGE, os biomas podem ser entendidos como “grandes sistemas ecológicos definidos, principalmente, pelo clima. Trata-se de uma área com dimensões normalmente superiores a um milhão de quilômetros quadrados em que o clima, a fisionomia da vegetação, o solo e a altitude são semelhantes ou aparentados”. Além da Amazônia, o Brasil conta com mais cinco espaços geográficos que são considerados tantos por biólogos quanto por geógrafos como áreas que agrupam ecossistemas com certa homogeneidade, ou seja, apresentam características similares devido aos fatores naturais que neles atuam.
Os biomas brasileiros são: A Amazônia com aproximadamente 4.196.943 quilômetros quadrados; O Cerrado com extensão aproximada de 2.036.448 quilômetros quadrados; A Mata Atlântica com Extensão aproximada em 1.110.182 quilômetros quadrados; A Caatinga com aproximadamente 844.453 quilômetros quadrados. O Pampa com aproximadamente 176.496 quilômetros quadrados e o Pantanal com 150.355 quilômetros quadrados.



IMPACTOS AMBIENTAIS
AMAZÔNIA
Ocupando totalmente 5 dos 7 estados da região Norte do Brasil, a Amazônia é considerada a maior reserva de biodiversidade do planeta. O bioma é composto pela densa, e cientificamente falando inexplorada floresta equatorial formada por árvores de grande porte; pela maior bacia hidrográfica do mundo. Segundo o IBGE 60% da bacia está no território brasileiro, 40% na América do Sul e 5% da superfície da Terra. Ocupa uma área de planície e de regime pluviométrico bem distribuídos.
Os principais impactos ambientais na Amazônia estão ligados ao desmatamento ilegal promovido pelas madeireiras que atuam longe dos olhos dos órgãos fiscalizadores e acabam por dizimar grandes acres de floresta. Outro fator é a ampliação das áreas de cultivo como a soja e a pecuária que também está sendo introduzida na região. Além desses, a biopirataria também é um dos problemas a serem enfrentados na Amazônia.

MATA ATLÂNTICA
Presente em toda a faixa leste do litoral brasileiro, a Mata Atlântica é um complexo ambiental que apresenta clima quente e úmido e várias formas de relevo. Dentre todos os biomas, foi o que mais sofreu com a ação humana, pois, desde a época da colonização que o bioma é descaracterizado para dar lugar as áreas urbanas brasileiras. O desmatamento das áreas florestais densas foi mais intensificada nos estados nordestinos que hoje apresentam pequenos resquícios dessa cobertura vegetal, apenas nos estados do Sudeste e do Sul é que ela ainda recobre grandes áreas.
O desmatamento da mata ciliar para dar lugar a empreendimentos imobiliários ou para ser  utilizado  na construção de moveis; a poluição de áreas remanescentes provenientes do lançamento de esgoto em riachos e rios; o tráfico de animais e a destruição de seu habitat natural, são os principais impactos ambientais presentes na Mata Atlântica.
CERRADO
De acordo com o IBGE, o “Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul e cobre 22% do território brasileiro” ocupando majoritariamente áreas do Centro Oeste. O bioma é considerado o berço dos principais rios do Brasil e da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em elevado potencial aquífero e grande biodiversidade.
 A vegetação do Cerrado é composta por savanas e o clima atuante é o tropical quente subúmido, com uma estação seca e uma chuvosa. Além dos planaltos, com extensas chapadas, encontram-se também a mata ciliar e a mata ribeirinha. Os principais impactos ambientais presentes no bioma são a atividade garimpeira, o assoreamento dos rios, a mineração, a pecuária extensiva e as monoculturas.
CAATINGA
A Caatinga, está presente em boa parte do Nordeste do Brasil, e apresenta uma vasta riqueza de ambientes e espécies exclusivas do bioma. O clima seco e quente resulta numa vegetação de savana estépica, espinhosa e decidual (quando as folhas caem em determinada época). Há também áreas serranas, brejos e outros tipos de bolsão climático mais ameno. Os principais impactos ambientais da Caatinga consistem no desmatamento e nas queimadas.
PAMPA
Os pampas sul-americanos, estão presentes no sul da America do Sul, e no caso do Brasil apenas no Rio Grande do Sul e é marcado por clima chuvoso, sem período seco regular e com frentes polares e temperaturas negativas no inverno. O relevo presente neste bioma é bem nivelado característicos de vastas áreas de campos. O principal impacto encontrado neste bioma é a pecuária e a retirada da cobertura vegetal deixando, assim, os solos expostos a erosão.
Pantanal
No caso do bioma Pantaneiro presente nos estados do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso é caracterizado por inundações de vastas áreas de planície que provocam alterações tanto no ambiente,quanto na vida da fauna e das populações locais. Assim como no cerrado, a vegetação predominante é a savana. O principal impacto está presente na cobertura vegetal original de áreas que circundam o Pantanal foi em grande parte substituída por lavouras e pastagens.
Fontes Consultadas
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POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
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segunda-feira, 5 de março de 2018

AS PRIMEIRAS HISTÓRIAS: A PRÉ-HISTÓRIA


Introdução

O período que vai desde o surgimento dos seres humanos ao aparecimento da escrita é denominado como a Pré-história (3.500 a.C.). Nesse período o homem se adaptou as limitações impostas pela natureza baseando seu modo de vida em atividades relativamente “simplórias” como a caça e a pesca e para isso, surgiu à necessidade de desenvolver instrumentos/objetos que facilitassem essa atividade.
O termo Pré-história surgiu no século XIX por referir-se ao momento anterior a escrita, pois o homem não realizava registros escritos e para muitos, isso era considerado a única fonte segura de se retratar, por exemplo, o cotidiano humano. O processo de construção da história humana na Terra se aperfeiçoou quando os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme ( caracteres semelhantes a símbolos gravados em placas de argila) na região da Mesopotâmia.

A pré-história foi dividida em três fases: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.


Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada

Neste período, surgiu os primeiros ancestrais da humanidade e habitava cavernas, muitas vezes com outros animais selvagens. É comum encontrarmos cenas do cotidiano retratadas nas paredes das cavernas chamadas de pinturas rupestres.. O Piauí possui um dos maiores acervos de arte rupestre das Américas localizadas nos parques da Serra da Capivara e Sete Cidades.

Os povos pré-históricos eram nômades, pois ainda não havia sido desenvolvida a agricultura e quando acabava a disponibilidade de alimentos na região em que estavam, eles migravam em busca de novas áreas.
A caça e a pesca, além da coleta de frutos foram as principais atividades deste período aperfeiçoadas graças a fabricação de ferramentas feitas a partir de pedaços de ossos e pedras.  

Neolítico ou idade da Pedra polida

No Neolítico podemos notar o aprimoramento dos instrumentos que passaram a ser também de metais, como, lanças, ferramentas e machados, assim como no desenvolvimento da agricultura o que culminou com a diminuição de sua dependência com relação à natureza.

Além disso, destaca-se o domínio do fogo,que possibilitou o ser humano espantar os animais, cozinhar a carne e outros alimentos, iluminar sua habitação além de conseguir calor nos momentos de frio intenso.

Idade dos Metais

Por volta de 6 000 a.C. os seres humanos adquiriram habilidade para manipular os metais que tempos mais tarde foram utilizados na fabricação de armas como espadas, lanças e outros objetos. Foi nessa fase que surgiram grandes aglomerações como no Egito e na Mesopotâmia.

foto: REPRODUÇÃO















Evolução do Homem na Pré-história (principais espécies)

AustralopithecusPithecanthropus erectus, Homem de Neandertal, Homem de Cro-Magnon, Homo soloensisHomo denisovaHomo rudolfensisHomo ergasterHomo Sapiens.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CONSULTADAS
PILETTI, CLAUDINO. História e vida integrada, São Paulo – Ática 2002.
http://www.sohistoria.com.br/ef2/periodos/p2.php
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POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

O VALE DOS DINOSSAUROS DO SERTÃO

Os dinossauros sempre impressionaram milhões de pessoas ao redor do mundo ao serem retratados em obras de ficção cinematográfica, mas não é preciso ir muito longe para conhecer um pouco da história desses repteis que um dia, já dominaram o mundo. Aqui mesmo no Brasil podemos encontrar alguns resquícios da passagem desses gigantes.
Tratasse de uma unidade de conservação criada em 27 de dezembro de 2002 no Município de Sousa na Paraíba e compreende uma área de mais 1.730 km², abrangendo aproximadamente 30 localidades no alto sertão brasileiro, além de Sousa destaca-se os municípios de Aparecida, Marizópolis, Vieirópolis, São Francisco, São José da Lagoa Tapada, Santa Cruz, Santa Helena, Nazarezinho, Triunfo, Uiraúna, Cajazeiras. Os registros mais importantes estão no município de Sousa, distando 7 km da sede do município. O acesso é feito pela PB-391 sentido Sousa/Uiraúna.

Entrada do Vale dos Dinossauros/ foto: flick

O vale é considerado um dos mais importantes sítios paleontológicos existentes, onde registra-se a maior incidência de pegadas de dinossauros no mundo. Os fósseis mais importantes estão na Bacia do Rio do Peixe, município de Sousa, a 420 km de João Pessoa. Lá, encontram-se rastros e trilhas fossilizadas de mais de 80 espécies em cerca de 20 níveis estratigráficos. Destacam-se as trilhas das localidades da Passagem das Pedras, onde foram descobertas os primeiros indícios de dinossauros brasileiros, no fim do século XIX.
Pegadas dos dinossauros
Foto: Jonatas Costa 


É possível encontrar vestígios desse tempo pré –histórico em toda a região. Rastros fossilizados cujo tamanho varia de 5 cm (de um dinossauro do tamanho de uma galinha), até 40 cm, como as pegadas de iguanodonte de 4 toneladas, 5 metros de comprimento e 3 metros de altura. A maioria das pegadas são de dinossauros carnívoros. Uma trilha com 43 metros em linha reta é a mais longa que se conhece no mundo. De acordo com os paleontólogos, esses rastros têm pelo menos 143 milhões de anos.
Existe também (embora em menor quantidade), marcas petrificadas de gotas de chuva, plantas fósseis, ossadas parciais de animais pré-históricos e pinturas rupestres feitas pelos antigos habitantes. Estas últimas localizam-se principalmente no Serrote do Letreiro (em Sousa) e Serrote da Miúda (nos municípios de São Francisco e Santa Cruz ).
Toda a infraestrutura do local foi restaurada, incluindo o museu, quiosques, passarelas, mirantes de observação e a Casa do Pesquisador. Também foram incluídas no projeto a construção de uma lanchonete, a urbanização das áreas de circulação dos turistas e a contratação de dois consultores para reformular a exposição permanente que é apresentada no prédio principal.
A reforma do museu incluiu a instalação de climatizadores e a reestruturação do espaço de exposições, auditório, escritórios e banheiros. A iluminação foi projetada sobre trilhos e com diferentes tipos de lâmpadas para se adequar ao que estiver sendo apresentado no local. Som ambiente e monitores com vídeos vão guiar o turista. Além disso, foi criada uma loja para comercialização de material produzido por artistas da região.
Todo o projeto de revitalização segue as normas de acessibilidade. Na área externa, a adaptação do local incluiu a implantação de vagas exclusivas, rampas nas calçadas e substituição da pavimentação do acesso aos mirantes de observação.

Rio do Peixe
Foto: Jonatas Costa
Sem dúvida alguma, o vale dos dinossauros é um dos lugares que merece ser visitado, não só pelo lado turístico, mais  por sua importância histórica de um época em que a terra era ocupada por grandes repteis e por uma flora totalmente diferente da conhecida hoje. É importante ressaltar que está perto dos brasileiros que muitas vezes preferem viajar para o exterior a contemplar suas próprias particularidades locais.

Fontes Consultadas:
paraiba.pb.gov
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

FONTES DE ENERGIA

As fontes de energia modernas que alimentam desde as grandes indústrias multinacionais até as lâmpadas da sua casa são classificadas de duas formas: as fontes renováveis como a energia solar, a força dos ventos, da água etc. e as energias não renováveis que um dia se esgotarão como o petróleo – que vem a ser a fonte mais consumida atualmente – o gás natural, o carvão vegetal entre outras.
Tudo Construção

Diante da pressão exercida por organizações em defesa do meio ambiente, ou por meio de acordos globais entre nações, boa parte dos países está procurando diversificar sua fonte energética. Países como o Brasil cujo território apresenta dimensões continentais apresentam uma maior disponibilidade de fontes renováveis por possuir rios caudalosos propícios a construção de hidrelétricas e um extenso litoral, onde podem ser implantados diversos parques eólicos.
Não é necessário frisar nosso potencial energético para energia solar, mas nem todos os países apresentam essas características e acabam por adotar fontes energéticas bastante poluidoras como as termelétricas – que utiliza o vapor de água produzido por uma caldeira, que é aquecida pela queima do carvão, do gás natural ou de derivados do petróleo – ou utilizam as tão perigosas Usinas nucleares.
Vários acidentes já ocorreram com a utilização dessa matriz energética, a exemplo do desastre de Chernobyl, na Ucrânia em 1986 e recentemente em Fukushima no Japão. O risco nesse tipo de fonte está na possibilidade de vazamento radioativo que pode condenar o meio ambiente e a saúde humana.
Além das fontes já citadas destacamos: Biomassa que utiliza o rejeito de origem animal ou vegetal para gerar energia; o biodiesel que utiliza o óleo de alguns vegetais como a soja para transformar em combustíveis para motores; diferente dessas, o petróleo é sem sombras de duvidas a fonte de energia mais utilizada. Seus derivados estão presentes em muitos produtos do nosso cotidiano como no plástico, na borracha na gasolina, no asfalto das rodovias entre outros.

Diante do exposto podemos concluir que nosso mundo moderno depende muito das matrizes energéticas, e que para evitar a intensificação dos impactos ambientais devemos economizar energia, pois, enquanto mais consumimos, mais se é retirado da natureza.

Fontes consultadas
MMA - Ministério do Meio ambiente

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