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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Resumo :A civilização Egipcia

A formação do Império Egípcio

Os egípcios surgiram a mais de cinco mil anos em pleno deserto no norte da África graças ao poderoso rio Nilo que lhes forneceu tudo que era necessário para erguer uma civilização poderosa as suas margens. O gigante nasce na África Central e vai atravessando todo deserto  até desaguar no mar Mediterrâneo. A cheia do Nilo realiza todos os anos a fertilização das terras que ao serem inundadas criam uma camada de húmus (matéria orgânica), composta por por folhas e plantas que caem naturalmente no rio esse processo tornou o Vale do Nilo uma das regiões mais férteis do mundo.


Pirâmides de Gizé - Egito


Os egípcios eram politeístas (adoravam vários deuses) a prática religiosa era muito bem aceita na sociedade egípcia, além disso, eles foram grandes construtores, erguendo casas e palácios com tijolos e madeira, recursos técnicos que talvez tenham sido trazidos da Mesopotâmia.


Eram hábeis na arte de esculpir em pedras, na fabricação de jóias em ouro, pedras semipreciosas e esmaltes, além de descobrirem o papiro, que servia para a escrita. Desenvolveram conhecimento da medicina e iniciaram investigações matemáticas, mais tarde desenvolvidas pelos gregos. Porém, onde os egípcios mais se destacaram foi na construção de pirâmides, que em geral eram túmulos em honra dos faraós. Contando com materiais rudimentares, porém, com fartura de mão-de-obra, construíram verdadeiros monumentos de arquitetura como as pirâmides de Quéfren, Quéops e Miquerinos, que ficam na cidade de Gizé.

O deserto tinha uma vantagem, ajudava a defender os egípcios. Durante séculos nenhum povo estrangeiro teve coragem de atravessar aquelas centenas de quilômetros de areia debaixo do sol tórrido para invadir o Egito.

Os reis eram chamados de faraós e considerados verdadeiros deuses na terra. O rei era incontestável, rico e servido por milhares de pessoas. Abaixo dele havia uma espécie de primeiro-ministro, que ele mesmo nomeava e administrava o reino e comandava os exércitos.

Os historiadores dividem a história do Egito antigo em três períodos:

Antigo Império, que vai de 3200 a 2200 a.C.

Médio Império, que vai de 2200 a 1750 a.C.

Novo Império, que vai de 1580 a 1085 a.C.

No Antigo Império, os faraós que sucederam Menés reforçaram o poder real. Cada faraó se tornava mais poderoso que o anterior. Nessa Época foram construídas as grandes pirâmides no deserto de Gizé.

Apesar dos esforços para manterem a hegemonia, os faraós não conseguiram submeter totalmente os nobres que governavam as províncias debaixo de sua autoridade. Por isso viviam em constantes conflitos internos que levaram o país ao enfraquecimento, tornando-o vulnerável aos ataques externos. Nenhum faraó conseguiu impor sua vontade sobre todo o Império.

De meados do século XXII até cerca de 2000 a.C., o Egito mergulhou em um período obscuro conhecido por Primeiro Período Intermediário, caracterizado pela desunião e, por vezes anarquia. O ordem foi restaurada quando Mentuhotep reunificou esse pais, e Amenemhet I fundou a dinastia XII, dando início a um período de dois séculos de desenvolvimento.


Da redação do observatório

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