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O VALE DOS DINOSSAUROS DO SERTÃO

Os dinossauros sempre impressionaram milhões de pessoas ao redor do mundo ao serem retratados em obras de ficção cinematográfica, mas não é preciso ir muito longe para conhecer um pouco da história desses repteis que um dia, já dominaram o mundo. Aqui mesmo no Brasil podemos encontrar alguns resquícios da passagem desses gigantes.
Tratasse de uma unidade de conservação criada em 27 de dezembro de 2002 no Município de Sousa na Paraíba e compreende uma área de mais 1.730 km², abrangendo aproximadamente 30 localidades no alto sertão brasileiro, além de Sousa destaca-se os municípios de Aparecida, Marizópolis, Vieirópolis, São Francisco, São José da Lagoa Tapada, Santa Cruz, Santa Helena, Nazarezinho, Triunfo, Uiraúna, Cajazeiras. Os registros mais importantes estão no município de Sousa, distando 7 km da sede do município. O acesso é feito pela PB-391 sentido Sousa/Uiraúna.

Entrada do Vale dos Dinossauros/ foto: flick

O vale é considerado um dos mais importantes sítios paleontológicos existentes, onde registra-se a maior incidência de pegadas de dinossauros no mundo. Os fósseis mais importantes estão na Bacia do Rio do Peixe, município de Sousa, a 420 km de João Pessoa. Lá, encontram-se rastros e trilhas fossilizadas de mais de 80 espécies em cerca de 20 níveis estratigráficos. Destacam-se as trilhas das localidades da Passagem das Pedras, onde foram descobertas os primeiros indícios de dinossauros brasileiros, no fim do século XIX.
Pegadas dos dinossauros
Foto: Jonatas Costa 


É possível encontrar vestígios desse tempo pré –histórico em toda a região. Rastros fossilizados cujo tamanho varia de 5 cm (de um dinossauro do tamanho de uma galinha), até 40 cm, como as pegadas de iguanodonte de 4 toneladas, 5 metros de comprimento e 3 metros de altura. A maioria das pegadas são de dinossauros carnívoros. Uma trilha com 43 metros em linha reta é a mais longa que se conhece no mundo. De acordo com os paleontólogos, esses rastros têm pelo menos 143 milhões de anos.
Existe também (embora em menor quantidade), marcas petrificadas de gotas de chuva, plantas fósseis, ossadas parciais de animais pré-históricos e pinturas rupestres feitas pelos antigos habitantes. Estas últimas localizam-se principalmente no Serrote do Letreiro (em Sousa) e Serrote da Miúda (nos municípios de São Francisco e Santa Cruz ).
Toda a infraestrutura do local foi restaurada, incluindo o museu, quiosques, passarelas, mirantes de observação e a Casa do Pesquisador. Também foram incluídas no projeto a construção de uma lanchonete, a urbanização das áreas de circulação dos turistas e a contratação de dois consultores para reformular a exposição permanente que é apresentada no prédio principal.
A reforma do museu incluiu a instalação de climatizadores e a reestruturação do espaço de exposições, auditório, escritórios e banheiros. A iluminação foi projetada sobre trilhos e com diferentes tipos de lâmpadas para se adequar ao que estiver sendo apresentado no local. Som ambiente e monitores com vídeos vão guiar o turista. Além disso, foi criada uma loja para comercialização de material produzido por artistas da região.
Todo o projeto de revitalização segue as normas de acessibilidade. Na área externa, a adaptação do local incluiu a implantação de vagas exclusivas, rampas nas calçadas e substituição da pavimentação do acesso aos mirantes de observação.

Rio do Peixe
Foto: Jonatas Costa
Sem dúvida alguma, o vale dos dinossauros é um dos lugares que merece ser visitado, não só pelo lado turístico, mais  por sua importância histórica de um época em que a terra era ocupada por grandes repteis e por uma flora totalmente diferente da conhecida hoje. É importante ressaltar que está perto dos brasileiros que muitas vezes preferem viajar para o exterior a contemplar suas próprias particularidades locais.

Fontes Consultadas:
paraiba.pb.gov
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POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FORMAÇÃO TÉCNICA EM AGROEXTRATIVISMO
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA.

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O mais antigo fóssil de um humano é descoberto

créditos da imagem: iflscience
Segundo publicação na IFL SCIENSE um grupo de cientistas que trabalham na Etiópia descobriram uma mandíbula completa com cinco dentes que pertenceram a um dos primeiros membros do nosso gênero Homo . Em 2,8 milhões de anos, este fóssil não é apenas o mais antigo Homo fóssil já encontrado, ele também sugere que nossos gênero surgiu meio milhão de anos mais cedo do que pensávamos. Estas descobertas épicas foram publicados em três novos estudos publicados esta semana. 
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Autópsia virtual revela a real aparência de Tutancâmon

Uma equipe de especialistas conseguiu realizar um autópsia virtual do corpo do faraó egípcio Tutancâmon, morto em 1352 a.C. e depositado em um majestoso sarcófago de ouro maciço.
Após vários anos de pesquisa, foi possível descobrir que o antigo rei era dentuço, manco, possuía quadris largos, um pé torto e más formações de nascimento, possivelmente causadas pelo incesto a partir do qual foi gerado.
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Arqueólogos encontram enorme fortaleza viking escondida na Dinamarca

Quando arqueólogos já não tinham mais esperanças de encontrar uma fortaleza viking neste mundo, eis que uma nova estrutura deste tipo foi identificada em uma região próxima de Copenhague. Localizada a 65 quilômetros ao sul da capital dinamarquesa, a fortaleza viking só foi achada por conta dos recursos tecnológicos que dispomos atualmente. Evidências encontradas indicam que ali existiu uma gigantesca fortaleza circular com quatro saídas, cercada por portões que, provavelmente, foram incendiados durante algum confronto.

Pesquisadores da Universidade de Aarhu, na Dinamarca, usaram uma técnica conhecida como gradiometria gravimétrica, em que são usadas medidas do campo magnético da Terra. Comparando variações de um local com o outro, pesquisadores puderam encontrar áreas que haviam sido alteradas por humanos. Com os dados em mãos, os investigadores souberam exatamente onde realizar as escavações.
De acordo com um dos pesquisadores envolvidos, a técnica permitiu construir uma rica “imagem fantasma” da fortaleza em pouco tempo. No sítio arqueológico, os cientistas puderam determinar que o anel da fortaleza tinha quase 150 metros de largura. Dentro dela havia casas comunitárias, numa construção que lembra bastante outra fortaleza da região, Trelleborg, que fica a 60 quilômetros da atual descoberta.
Ainda não se sabe exatamente qual a idade desta fortaleza. Acredita-se que a estrutura possa ser da época do Haroldo I da Dinamarca (935-986), também conhecido como Haroldo Dente-Azul – curiosamente, seu nome serviu de inspiração para batizar a tecnologia Bluetooth. Novas análises ainda estão em andamento para realizar a datação da fortaleza.

Fonte: Universidade de Aarhus
Reprodução: Canal History Brasil
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Arqueólogos fazem descoberta incrível em Stonehenge!

Usando um poderoso radar que penetra no solo, os pesquisadores que trabalham em torno de Stonehenge detectaram um tesouro de túmulos funerários, capelas, santuários, poços – e mais notável de todos – um monumento megalítico maciço composto por mais de 50 pedras gigantes enterradas ao longo de um invólucro em forma de C com 329 metros de comprimento.


Esta notícia é surreal – e está redefinindo praticamente tudo o que pensávamos que sabíamos sobre Stonehenge. Apenas uma semana depois de descobrir que Stonehenge era um círculo completo, os arqueólogos das universidades de Birmingham e Bradford, e do Instituto Ludwig Boltzmann em Viena, quebraram a imagem de Stonehenge como um lugar desolado e solitário.
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Arqueólogos descobrem monumentos sob Stonehenge

Arqueólogos usaram um radar capaz de penetrar no solo e um scanner a laser 3D para criar um mapa altamente detalhado da subsuperfície do monumento Stonehenge
Foto: Twitter
Um estudo recém-lançado sugere a existência de 15 monumentos abaixo e ao redor do Stonehenge, localizado no sul da Inglaterra, informou o Huffington Post.
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