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QUESTÕES DO ENEM/VESTIBULARES SOBRE HISTÓRIA DO BRASIL

 

Hora de verificar como anda seu domínio dos temas relacionados a História do Brasil. Analise as questões que selecionamos e marque em uma folha as respostas. No final, confira o gabarito. 

Vamos começar!

01. (Enem 2021) Eu, Dom João, pela graça de Deus, faço saber a V. Mercê que me aprouve banir para essa cidade vários ciganos — homens, mulheres e crianças — devido ao seu escandaloso procedimento neste reino. Tiveram ordem de seguir em diversos navios destinados a esse porto, e, tendo eu proibido, por lei recente, o uso da sua língua habitual, ordeno a V. Mercê que cumpra essa lei sob ameaça de penalidades, não permitindo que ensinem dita língua a seus filhos, de maneira que daqui por diante o seu uso desapareça.

TEIXEIRA, R C. História dos ciganos no Brasil Recdo Núciso ce Estudos Ciganos. 2008

A ordem emanada da Coroa portuguesa para sua colônia americana, em 1718, apresentava um tratamento da identidade cultural pautado em

 

a) Converter grupos infiéis à religião oficial.

b) Suprimir formas divergentes de interação social.

c) Evitar envolvimento estrangeiro na economia local.

d) Reprimir indivíduos engajados em revoltas nativistas.

e) Controlar manifestações artísticas de comunidades autóctones.

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2. (Enem PPL 2013) É preciso ressaltar que, de todas as capitanias brasileiras, Minas era a mais urbanizada. Não havia ali hegemonia de um ou dois grandes centros. A região era repleta de vilas e arraiais, grandes e pequenos, em cujas ruas muita gente circulava.

 

PAIVA, E. F. O ouro e as transformações na sociedade colonial. São Paulo: Atual, 1998.

 

As regiões da América portuguesa tiveram distintas lógicas de ocupação. Uma explicação para a especificidade da região descrita no texto está identificada na

 

a) Apropriação cultural diante das influências externas.

b) Produção manufatureira diante do exclusivo comercial.

c) Insubordinação religiosa diante da hierarquia eclesiástica.

d) Fiscalização estatal diante das particularidades econômicas.

e) Autonomia administrativa diante das instituições metropolitanas.

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3. (Enem 2014) A transferência da corte trouxe para a América portuguesa a família real e o governo da Metrópole. Trouxe também, e sobretudo, boa parte do aparato administrativo português. Personalidades diversas e funcionários régios continuaram embarcando para o Brasil atrás da corte, dos seus empregos e dos seus parentes após o ano de 1808.

 

NOVAIS, F. A.; ALENCASTRO, L. F. (Org.). História da vida privada no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1997

 

Os fatos apresentados se relacionam ao processo de independência da América portuguesa por terem

 

a) Incentivado o clamor popular por liberdade.

b) Enfraquecido o pacto de dominação metropolitana.

c) Motivado as revoltas escravas contra a elite colonial.

d) Obtido o apoio do grupo constitucionalista português.

e)      e) Provocado os movimentos separatistas das províncias.

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4 - (Enem PPL 2014)

 

TEXTO 1

O príncipe D. João VI podia ter decidido ficar em Portugal. Nesse caso, o Brasil com certeza não existiria. A Colõnia se fragmentaria, como se fragmentou a parte espanhola da América. Teríamos, em vez do Brasil de hoje, cinco ou seis países distintos. (José Murilo de Carvalho)

 

TEXTO II

Há no Brasil uma insistência em reforçar o lugar-comum segundo o qual foi D. João VI o responsável pela unidade do país. Isso não é verdade. A unidade do Brasil foi construída ao longo do tempo e é, antes de tudo, uma fabricação da Coroa. A ideia de que era preciso fortalecer um Império com os territórios de Portugal e Brasil começou já no século XVIII. (Evaldo Cabral de Mello)

 

1808 — O primeiro ano do resto de nossas vidas. Folha de S. Paulo, 25 nov. 2007(adaptado).

 

Em 2008, foi comemorado o bicentenário da chegada da família real portuguesa ao Brasil. Nos textos, dois importantes historiadores brasileiros se posicionam diante de um dos possíveis legados desse episódio para a história do país. O legado discutido e um argumento que sustenta a diferença do primeiro ponto de vista para o segundo estão associados, respectivamente, em:

 

a) Integridade territorial — Centralização da administração régia na Corte.

b) Desigualdade social — Concentração da propriedade fundiária no campo.

c) Homegeneidae intelectual — Difusão das ideias liberais nas universidades.

d) Uniformidade cultural — Manutenção da mentalidade escravista nas fazendas.

e) Continuidade espacial — Cooptação dos movimentos separatistas nas províncias.

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5. (Unesp-2015) A constatação de que “Essa aliança refletiu-se numa política de terras que incorporou concepções rurais tanto feudais como mercantis” justifica-se, pois a política de terras desenvolvida por Portugal durante a colonização brasileira

a) permitiu tanto o surgimento de uma ampla camada de pequenos proprietários, cuja produção se voltava para o mercado interno, quanto a implementação de sólidas parcerias comerciais com o restante da América.


b) determinou tanto uma rigorosa hierarquia nobiliárquica nas terras coloniais, quanto o confisco total e imediato das terras comunais cultivadas por grupos indígenas ao longo do litoral brasileiro.


c) envolveu tanto a cessão vitalícia do usufruto de terras que continuavam a ser propriedades da Coroa, quanto a orientação principal do uso da terra para a monocultura exportadora.


d) garantiu tanto a prevalência da agricultura de subsistência, quanto a difusão, na região amazônica e nas áreas centrais da colônia, das práticas da pecuária e da agricultura de exportação.


e) assegurou tanto o predomínio do minifúndio no Nordeste brasileiro, quanto uma regular distribuição de terras entre camponeses no Centro-Sul, com o objetivo de estimular a agricultura de exportação.

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6. (Enem-2013) Seguiam-se vinte criados custosamente vestidos e montados em soberbos cavalos; depois destes, marchava o Embaixador do Rei do Congo magnificamente ornado de seda azul para anunciar ao Senado que a vinda do Rei estava destinada para o dia dezesseis. Em resposta obteve repetidas vivas do povo que concorreu alegre e admirado de tanta grandeza.

Coroação do Rei do Congo em Santo Amaro”, Bahia apud DEL PRIORE, M. Festas e utopias no Brasil colonial. In: CATELLI JR., R. Um olhar sobre as festas populares brasileiras. São Paulo: Brasiliense, 1994 (adaptado).

Originária dos tempos coloniais, a festa da Coroação do Rei do Congo evidencia um processo de

a) exclusão social.
 

b) imposição religiosa.
 

c) acomodação política.
 

d) supressão simbólica.
 

e) ressignificação cultural.

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7. (FGV-2013) Sobre a conquista holandesa do Nordeste brasileiro, no período colonial, é correto afirmar:

a) Os conflitos entre portugueses e holandeses devem ser compreendidos no contexto da União Ibérica (1580-1640) e da separação das Províncias Unidas do Império Habsburgo.
 

b) A ocupação das áreas de plantio de cana obrigou os holandeses a intensificarem a escravização dos indígenas, uma vez que não possuíam bases no continente africano.
 

c) Estabelecidos em Pernambuco, os holandeses empreenderam uma forte perseguição aos judeus e católicos ali residentes e fortaleceram a difusão do protestantismo no Brasil colonial. 

d) A administração de Maurício de Nassau foi caracterizada pelo pragmatismo e pela desmontagem do grande centro de artistas e letrados organizado pelas autoridades portuguesas em Olinda.
 

e) Os holandeses implementaram uma nova e eficiente estrutura produtiva baseada em pequenas e médias propriedades familiares, que se diferenciava das antigas plantations escravistas.

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8. (Enem-2016) O que ocorreu na Bahia de 1798, ao contrário das outras situações de contestação política na América Portuguesa, é que o projeto que lhe era subjacente não tocou somente na condição, ou no instrumento, da integração subordinada das colônias no império luso. Dessa feita, ao contrário do que se deu nas Minas Gerais (1789), a sedição avançou sobre a sua decorrência.

JANCSÓ, I.; PIMENTA, J. P. Peças de um mosaico. In: MOTA, C. G. (Org.). Viagem Incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). São Paulo: Senac, 2000.

A diferença entre as sedições abordadas no texto encontrava-se na pretensão de

a) eliminar a hierarquia militar.
 

b) abolir a escravidão africana.
 

c) anular o domínio metropolitano.
 

d) suprimir a propriedade fundiária.
 

e) extinguir o absolutismo monárquico.

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9. (Enem 2001)  Rui Guerra e Chico Buarque de Holanda escreveram uma peça para teatro chamada "Calabar", pondo em dúvida a reputação de traidor que foi atribuída a Calabar, pernambucano que ajudou decisivamente os holandeses na invasão do Nordeste brasileiro, em 1632.

 - Calabar traiu o Brasil que ainda não existia?  Traiu Portugal, nação que explorava a colônia onde Calabar havia nascido? Calabar, mulato em uma sociedade escravista e discriminatória, traiu a elite branca?

Os textos referem-se também a esta personagem.

Texto I:

"... dos males que causou à Pátria, a História, a inflexível História, lhe chamará infiel, desertor e traidor, por todos os séculos"

Visconde de Porto Seguro, in: SOUZA JÚNIOR, A. Do Recôncavo aos Guararapes. Rio de Janeiro: Bibliex, 1949.

Texto II

"Sertanista experimentado, em 1627 procurava as minas de Belchior Dias com a gente da Casa da Torre; ajudara Matias de Albuquerque na defesa do Arraial, onde fora ferido, e desertara em consequência de vários crimes praticados..." (os crimes referidos são o de contrabando e roubo).

        CALMON P. História do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1959.

Pode-se afirmar que:

a) A peça e os textos abordam a temática de maneira parcial e chegam às mesmas conclusões.   

b) A peça e o texto I refletem uma postura tolerante com relação à suposta traição de Calabar, e o texto II mostra uma posição contrária à atitude de Calabar.   

c) Os textos I e II mostram uma postura contrária à atitude de Calabar, e a peça demostra uma posição indiferente em relação ao seu suposto ato de traição.   

d) A peça e o texto II são neutros com relação à suposta traição de Calabar, ao contrário do texto I, que condena a atitude de Calabar.   

e) A peça questiona a validade da reputação de traidor que o texto I atribui a Calabar, enquanto o texto II descreve ações positivas e negativas dessa personagem.

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10. (Enem 2009) As terras brasileiras foram divididas por meio de tratados entre Portugal e Espanha. De acordo com esses tratados, identificados no mapa, conclui-se que

a) Portugal, pelo Tratado de Tordesilhas, detinha o controle da foz do rio Amazonas.   

b) o Tratado de Tordesilhas utilizava os rios como limite físico da América portuguesa.   

c) o Tratado de Madri reconheceu a expansão portuguesa além da linha de Tordesilhas.   

d) Portugal, pelo Tratado de San Ildefonso, perdia territórios na América em relação ao de Tordesilhas.   

e) o Tratado de Madri criou a divisão administrativa da América Portuguesa em Vice-Reinos Oriental e Ocidental.   

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Hora de conferir o resultado.



GABARITO –

1 - B       2 – D     3 – B     4 - A       5 – C     6 - E    7- A      8- B      9 -  E     10 - C

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QUIZ - REVOLUÇÃO FRANCESA

Teste seus conhecimentos sobre a revolução Francesa. Anote as alternativas em uma folha e no final, veja quantas questões você acertou. 


 1 - Na França, existiam aproximadamente 25 milhões de pessoas, que estavam divididas hierarquicamente em três camadas:

a) o primeiro estado, segundo estado, terceiro estado

b) palaciana, togada, provincial

c)a nobreza, o clero, a burguesia

 

2- Na sociedade francesa o clero representava a igreja e fazia parte:

a) do primeiro estado

b) do segundo estado

c)do terceiro estado

 

3- a nobreza, os reis e o clero não exerciam nenhuma atividade produtiva, ou seja, levavam uma vida de festas. nesse período existiam três tipos de nobreza:

a) provincial, judicial, togada

b) tradicional, palaciana, pentecostal

c)togada, palaciana, provincial

 

4 - Na fase da assembleia nacional constituinte foram abolidos na França:

a)a monarquia, o pagamento de impostos e os privilégios da nobreza

b)a servidão, os dízimos e os privilégios do clero e da nobreza.

c)as camadas sociais e a monarquia absolutista.

 

5 - O lema da revolução francesa foi:

a) diversidade, igualdade e humanismo

b) igualdade, fraternidade e pluralidade

c)liberdade, igualdade e fraternidade

 

6 - Qual o objetivo do bloqueio continental ordenado por napoleão Bonaparte?

a)minar as forças econômicas portuguesas

b)minar as forças econômicas da Inglaterra

c)proibir o comércio com o oriente

 

7 - Podemos dividir o processo da revolução francesa em:

a) duas partes (assembleia nacional constituinte e diretório).

b) quatro partes (a.n. constituinte, monarquia constitucional, convenção nacional, diretório)

c)duas partes (monarquia constitucional e diretório)

 

8 - A queda da bastilha representou?

a) a derrubada da aristocracia francesa

b) a derrubada do poder absolutista monárquico

c)a derrubada do governo dos jacobinos

 

9 - As fases do governo de napoleão foram:

a)18 Brumário e império

b) diretório e império

c)consulado e império

 

10 - Na fase moderada, período que vai do início da revolução, até a proclamação da república francesa três grupos políticos começaram a se destacar:

a) eram os girondinos, os refratários e a planície 

b) eram os jacobinos, girondinos e a planície

c)eram os jacobinos, os clérigos e a planície


GABARITO: (1- A)  (2 – A) (3 – C) (4 – B) (5 – C) (6 – B) (7 – B) (8 – B) (9  - C) (10 – B)


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MUDANÇAS NA BNCC - HISTÓRIA ANOS FINAIS

O ensino de História, assim como o de outras áreas do conhecimento passaram por uma revisão e agora devem ser ministrados conforme as indicações da BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. De modo geral, podemos dizer que além de reestruturar os conteúdos a serem trabalhados em cada ano do Ensino Fundamental ela também procurou contemplar dois pontos: 
1º Que os estudantes aprendam a relacionar fatos passados com o presente;
2º Que possam desenvolver uma visão crítica dos fatos.   
De acordo com a Base, é preciso que o ensino de história ultrapasse a “contemplação” de fatos históricos e passe a ser um instrumento a serviço de um discernimento maior sobre as experiências humanas e das sociedades em que se vive. A nova proposta também traz em suas habilidades um olhar maior sobre a influência dos povos indígenas e africanos.

OS PRINCIPAIS PONTOS DA BNCC

1° Os alunos adquirem uma postura ativa
Destaca a análise da história em cinco pontos:
Identificação: reconhecer o que está sendo estudado.
Comparação: relacionar diferentes fatos para compreender o contexto..
Contextualização: aluno deve identificar o momento em que uma circunstância histórica é analisada e as condições específicas daquela realidade.
Interpretação: todos devem ser capazes de levantar hipóteses e desenvolver argumentos acerca de fatos históricos de maneira a estimular o posicionamento crítico
Análise:através da analise o aluno passará a compreender o fato em questão numa perspectiva mais ampla veificando diversos aspectos que juntos formam um todo.

2° Pensamento crítico
O pensamento crítico é a chave para compreender como os acontecimentos históricos aconteceram, por que aconteceram e quais as implicações e lições que podem ser aprendidas no presente. O debate de ideias e opiniões é a chave para a desenvolver uma aprendizagem rica e plural.

3º DIVERSIDADES DE FONTES A SEREM UTILIZADAS
É essencial que o professor diversifique suas fontes em sala de aula para que os alunos tomem contato e possam assim construir o conhecimento.

HISTÓRIA NA BASE: ANOS FINAIS

Os Anos Finais seguem um conteúdo cronológico dividido em:
6º ano: Antiguidade e Idade Média (trabalhado anteriormente no 7ano)
7º ano: Idade Moderna, colonização da América
8º ano: Séculos XVIII e XIX, Brasil dos movimentos separatistas ao Segundo Reinado
9º ano: Século XX e XXI, Brasil da Primeira República até hoje.

No próximo artigo abordaremos as mudanças ocorridas em Geografia anos finais do Ensino Fundamental.

Fontes consultadas:
BNCC 2018 disponível em:http://basenacionalcomum.mec.gov.br/

POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUANDO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
AGRO EXTRATIVISTA
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
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COMO FAZER UMA WEBQUEST

Antes de iniciarmos a construção de uma webquest, devemos entender primeiramente seu contexto. A webquest é uma metodologia de pesquisa criada pelos professores Bernie Dodge e Tom March, na San Diego State University, Estados Unidos – em que "Web" significa rede e se refere a World Wide Web e "Quest" quer dizer pesquisa, exploração ou busca. (SENAC, 2005)
O objetivo é proporcionar aos alunos a possibilidade de aprender determinados conteúdos por meio da utilização de novas tecnologias. 
Para criar uma webquest deve-se seguir uma estrutura que pode ser estabelecida pelo próprio professor. No entanto, logo abaixo segue o modelo "padrão" utilizado como "caminhos a ser percorrido".



1 - INTRODUÇÃO - Na introdução deve-se apresentar de forma sucinta o tema a ser trabalhado, assim como uma breve explanação das atividades que serão trabalhadas. Lembre-se que essa etapa é muito importante por ter um caráter de instigar os alunos quanto a temática. Procure utilizar uma linguagem padrão e que desperte o interesse dos alunos.  
2 - TAREFA - A tarefa é o ponto crucial da webquest, pois nessa seção, serão planejadas as atividades a serem desempenhadas pelos alunos, contudo não se prenda a metodologias já utilizadas em sala de aula, inove dentro do possível e não esqueça de indicar as ferramentas (softwares/programas) entre outros. 
3 - PROCESSO - O processo se refere aos caminhos que os alunos deverão trilhar para executar as tarefas propostas pelo professor, assim como o papel de cada um na realização da atividade. ex. forme grupos; 
4 - FONTES DE INFORMAÇÃO - Aqui você irá elencar as fontes a serem utilizadas para subsidiar a tarefa. Procure sites oficiais que tratem do assunto abordado. 
5 - AVALIAÇÃO - Nessa parte você deve indicar as formas que utilizará para avaliar a participação dos alunos na execução da webquest. Seja claro!
6- CONCLUSÃO - Na conclusão deve constar os resultados obtidos com a tarefa e se os objetivos foram alcançados.
7 - CRÉDITOS - Como o próprio nome já diz. É onde deve constar as fontes de todos os materiais utilizados na realização da Webquest. Assim como, agradecimentos a quem de certa forma colaborou na execução da atividade.

Pronto! Siga esses passos e mãos a obra!

Postado por Ronaldo Oliveira
Referências
SENAC On line. . Acesso: 14 dezembro. 2016. 
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Ministro quer reformulação no currículo do ensino médio

Os resultados são uma catástrofe para nossa juventude”, afirmou o ministro.


Não é de hoje que a educação brasileira vem pedindo socorro e isso ficou mais evidente com o resultado do ideb revelado pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, na última quinta-feira (8). De acordo com o mesmo os resultados são uma catástrofe e ele já cogita pedir urgência na tramitação do Projeto de Lei 6840/2013, que institui a jornada integral e altera o currículo do ensino médio que apresentou os resultados mais baixos do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb).
Em síntese o  Ideb é um indicador que relaciona o desempenho dos alunos com dados de fluxo escolar. O estudo é realizado a cada dois anos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e avalia alunos do ensino fundamental da rede pública e do ensino médio de escolas públicas e privadas.
O que talvez tenha chocado a todos é que os baixos índices também se referem as escolas privadas e como o próprio ministro expressou “São índices absolutamente vergonhosos para o Brasil. É uma tragédia para a educação do país”, resumiu.

Fonte:MEC
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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA 8ª OLIMPÍADA NACIONAL EM HISTÓRIA DO BRASIL

Inscrições abertas para 8ª Olimpíada Nacional em História do Brasil, o prazo vai até o dia 29 de Abril e podem se inscrever equipes, compostas por um professor de História e três estudantes do 8º e 9º ano do ensino fundamental e do ensino médio.
A olimpíada é comporta por cinco fases online, com questões de múltipla escolha e a realização de tarefas que podem ser feitas por meio de debate com os colegas, pesquisas em livros, internet e orientação dos professores. São selecionadas 200 equipes para a fase final presencial, na Unicamp (A competição é um projeto desenvolvido pelo departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)  finalistas fazem uma prova dissertativa.
A Olimpíada Nacional em História do Brasil começou em 2009, e tem sido um grande sucesso entre alunos e professores de todo o país.mais informações visite o link abaixo.

Fonte: 8ª ONHB
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NOTAS - FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS OFERECE CURSO SOBRE A ERA VARGAS: DO ESTADO NOVO A 54

Getúlio Vargas
Foto: http://bit.ly/aU5udU
O curso tem como intuito "Tratar do momento político pós-trinta com foco na atuação de Vargas na implantação do Estado Novo, assim como o cenário político dos anos que se sucederam, com o segundo governo Vargas.



Objetivo

Analisar a instituição, das características e dos objetivos do Estado Novo, abordando o papel de Vargas e sua proposta de integração. 
Para se inscrever e conhecer outros cursos disponibilizados pela Fundação CLIQUE NO LINK: FGV ONLINE
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FILMOTECA ESCOLAR - HISTÓRIA E CIÊNCIAS SOCIAIS


As obras cinematográficas são amplamente usadas em sala de aula e em situações de ensino e aprendizagem. Professores que atuam nos mais diferentes níveis de ensino (Infantil,Fundamental, Médio, superior) adotam a exibição  de filmes como forma de dinamizar a aula e contextualizar alguma situação por meio de imagens.

Hoje, trouxemos uma lista com 10 filmes que podem ser usados nas aulas de História para fazer os alunos a mergulharem em um cenário que muitas vezes apenas imaginamos por meio do livro didático. 
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Dicas de aula – Usando filmes como recurso didático

Uma forma de ajudar os alunos a compreender melhor o conteúdo é utilizar filmes (documentários, animações) como recurso didático. Eles podem tornar a aula menos teórica, os contextualizando de forma mais dinâmica. Obviamente que escolher um desses materiais deve ser uma tarefa realizada com cuidado observando se a temática trabalhada se encaixa no que esta sendo abordado em sala de aula.
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