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5 DE JUNHO - DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

 


No dia 5 de junho 1972, foi criado na cidade de Estocolmo durante a Assembleia Geral das Nações Unidas o dia Mundial do Meio Ambiente como uma forma de repensar o modelo de desenvolvimento destrutivo implementado pelas potências ao longo dos séculos. Atualmente, observamos o aumento dos eventos climáticos extremos em várias regiões do planeta. Se por um lado verificamos os impactos causados por Tempestades e furacões que alagam e destroem áreas residenciais deixando milhares desabrigados, por outro, notamos a estiagem e a intensificação da seca.

Embora os mecanismos internacionais pressionem os governos a cumprirem os acordos de proteção ao meio ambiente, ainda é perceptível que os interesses econômicos de alguns setores são colocados em primeiro lugar. Enquanto isso, florestas são devastadas e diversas espécies da fauna e da flora correm risco de extinção.

A hora de mudarmos a nossa relação com a natureza está passando e se essa relação não mudar os principais atingidos será a humanidade.

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POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA

PÓS GRADUADO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA 
AGRO EXTRATIVISTA

FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
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COMO SE FORMAM OS VULCÕES?

 


Certamente você já deve ter ouvido falar que a crosta terrestre do nosso planeta é semelhante a um quebra cabeça, formada por várias placas que flutuam sob o magma. Em alguns momentos, essas placas movimentam-se ocasionando os terremotos. Outro fenômeno que é ocasionado por essa movimentação é o vulcanismo que consiste no soerguimento da crosta (pela pressão do interior da terra) formando as montanhas.

Não são todas as montanhas que podem ser consideradas vulcões, mas sim, aquelas que apresentam fissuras que possibilitam a passagem da lava para superfície. No oceano, as atividades vulcânicas podem ocasionar a formação de novas áreas como as ilhas vulcânicas que a cada erupção aumentam o seu território.

A atividade vulcânica pode ser classificada em três tipos:

  • efusivas (emitem lava);
  • explosivas (emitem fragmentos de rocha sólida, chamados de piroclastos);
  • mistas (emitem lavas e piroclastos).


No ano passado, o mundo acompanhou a erupção do Cumbre Vieja localizado nas ilhas Canárias, território espanhol no oceano atlântico. Há décadas a ilha não presenciava uma erupção como a iniciada em Setembro  que durou 85 dias.  O mundo tem cerca de 1500 vulcões potencialmente ativos, ou seja,  que podem entrar em erupção a qualquer momento. 


POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUADO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
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AGRO EXTRATIVISTA FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA

 

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O VERÃO E O INVERNO NAS REGIÕES POLARES


o sol desempenha um papel fundamental para nosso planeta, o de fornecedor de luz e calor. Contudo, nem sempre esses dois elementos se manifestam de maneira igualitária em todas as áreas do globo, como por exemplo nos polos. Os países que se localizam na região do Polo norte são: Estados Unidos (Alasca), Canadá, Rússia, Dinamarca (Groenlândia), Suécia, Finlândia e a Noruega - onde está localizada a cidade de Longyearbyen considerada a cidade mais próxima do polo. Na Antártida não encontramos nenhuma nação localizada em seu solo, mas existem diversas estações de pesquisas financiadas por vários países que estudam o continente gelado.


O MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO E O SOL DA MEIA NOITE 

O movimento de translação é responsável por essa alternância na incidência de luz e como resultado podemos observar o fenômeno do Sol da meia noite.
Esse fenômeno acontece por que o Sol não se põe durante uma parte do ano. Durante o verão, ele fica inteiramente exposto 24 horas por dia. Isso acontece devido a inclinação do eixo da Terra que faz com que a luz solar incida quase perpendicularmente sobre os polos, durante seis meses de cada ano. No Polo Sul ele ocorre entre outubro e março e de abril a setembro, no Polo Norte.
No solstício de dezembro no Sul, o sol permanece por mais de cinquenta dias acima da linha do horizonte. Durante o inverno os dias com momentos claros vão ficando cada vez menores, até que a noite polar se intensifique por alguns meses. Durante esse período noturno a noite tem 24 horas.


O DEGELO DOS POLOS

Enquanto o debate cientifico cresce em torno do aquecimento global, alguns possíveis impactos desse fenômeno já podem ser observados nas regiões polares, principalmente no ártico. Imagens registradas por satélites (NOAA) mostraram que, devido ao aquecimento global, em abril, o mar de Bering já estava com pouca cobertura de gelo. O derretimento “anormal” do gelo ártico causa inúmeros prejuízos como elevação das temperaturas, impactos no ecossistema, assim como na economia de alguns países.

Na Antártida, os cientistas observaram um fenômeno interessante. Entre os anos de 1979 e 2014, os cientistas verificaram o aumento do gelo marinho na região, contudo, nos últimos anos, observou-se a diminuição do gelo em uma escala preocupante.  

POSTAGEM DETALHADA SOBRE O SOL DA MEIA NOITE 
                              
POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUADO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
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AGRO EXTRATIVISTA
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
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FATORES DETERMINANTES DO CLIMA

Os fatores determinantes são aqueles que influenciam o clima de uma determinada região ou continente. Nesse artigo, iremos conhecer os principais fatores que fazem com que nosso planeta apresente uma variedade de climas. Como mencionamos anteriormente, os continentes apresentam variações climáticas que podem determinar quais as características que irão se manifestar naquele recorte espacial.
Entre os grandes continentes do nosso planeta, podemos citar o Continente Americano que apresenta uma extensão no sentido Norte e Sul, o que o leva a apresentar uma variação climática que vai desde o clima equatorial até o frio de montanha. 

O que leva o continente Americano apresentar essas variações climáticas?
Essas variações climáticas ocorrem graças a influência dos fatores que determinam o clima como a latitude, o relevo, as Massas de ar e de água que atuam em determinada região do continente. Primeiro vamos entender qual o papel da latitude no Clima.
 A latitude indica a posição de determinada área medida em graus, ou seja quanto mais distante do equador maior será a latitude e consequentemente mais frio e quanto mais perto do equador menor será a latitude e consequentemente mais quente, isso ocorre pelo fato que não recebemos o raios solares com a mesma intensidade em todas as áreas do planeta.
 O Relevo influencia no clima a partir da variação de altitude, pois em áreas próximas a costa que apresentam o nível igual ou próximo ao do mar a temperatura tende a ser mais alta, enquanto que em áreas mais elevadas como nas serras e nos planaltos a temperatura é mais baixa. Além disso, o relevo também pode influenciar no regime de chuvas quando forma uma espécie de barreira natural impedindo que as massas de ar adentrem no interior do continente como ocorre em alguns estados no Nordeste.
As Massas de ar também exercem influência no clima. Quando formadas próximos aos oceanos elas se tornam úmidas e levam para áreas onde costumam atuar chuvas. Quando se formam nas altas latitudes (nas regiões dos polos) elas são frias e derrubam a temperatura das áreas por onde passam, como ocorre na Patagônia e no Sul do Brasil. Além de úmida e fria elas também podem ser secas, pois isso ocorre quando elas se formam no interior do continente.
Por fim, as Massas de água vão influenciar na continentalidade que é um fator climático relacionado à distância do oceano (enquanto mais distante do oceano mais quente e seco será) e a maritimidade está relacionado à proximidade de mares e oceanos (maior será a umidade do ar e o índice pluviométrico).


POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUANDO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FORMAÇÃO TÉCNICA EM AGROEXTRATIVISMO
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA.
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ENEM - IMPACTOS AMBIENTAIS NOS BIOMAS BRASILEIROS


Segundo o IBGE, os biomas podem ser entendidos como “grandes sistemas ecológicos definidos, principalmente, pelo clima. Trata-se de uma área com dimensões normalmente superiores a um milhão de quilômetros quadrados em que o clima, a fisionomia da vegetação, o solo e a altitude são semelhantes ou aparentados”. Além da Amazônia, o Brasil conta com mais cinco espaços geográficos que são considerados tantos por biólogos quanto por geógrafos como áreas que agrupam ecossistemas com certa homogeneidade, ou seja, apresentam características similares devido aos fatores naturais que neles atuam.
Os biomas brasileiros são: A Amazônia com aproximadamente 4.196.943 quilômetros quadrados; O Cerrado com extensão aproximada de 2.036.448 quilômetros quadrados; A Mata Atlântica com Extensão aproximada em 1.110.182 quilômetros quadrados; A Caatinga com aproximadamente 844.453 quilômetros quadrados. O Pampa com aproximadamente 176.496 quilômetros quadrados e o Pantanal com 150.355 quilômetros quadrados.



IMPACTOS AMBIENTAIS
AMAZÔNIA
Ocupando totalmente 5 dos 7 estados da região Norte do Brasil, a Amazônia é considerada a maior reserva de biodiversidade do planeta. O bioma é composto pela densa, e cientificamente falando inexplorada floresta equatorial formada por árvores de grande porte; pela maior bacia hidrográfica do mundo. Segundo o IBGE 60% da bacia está no território brasileiro, 40% na América do Sul e 5% da superfície da Terra. Ocupa uma área de planície e de regime pluviométrico bem distribuídos.
Os principais impactos ambientais na Amazônia estão ligados ao desmatamento ilegal promovido pelas madeireiras que atuam longe dos olhos dos órgãos fiscalizadores e acabam por dizimar grandes acres de floresta. Outro fator é a ampliação das áreas de cultivo como a soja e a pecuária que também está sendo introduzida na região. Além desses, a biopirataria também é um dos problemas a serem enfrentados na Amazônia.

MATA ATLÂNTICA
Presente em toda a faixa leste do litoral brasileiro, a Mata Atlântica é um complexo ambiental que apresenta clima quente e úmido e várias formas de relevo. Dentre todos os biomas, foi o que mais sofreu com a ação humana, pois, desde a época da colonização que o bioma é descaracterizado para dar lugar as áreas urbanas brasileiras. O desmatamento das áreas florestais densas foi mais intensificada nos estados nordestinos que hoje apresentam pequenos resquícios dessa cobertura vegetal, apenas nos estados do Sudeste e do Sul é que ela ainda recobre grandes áreas.
O desmatamento da mata ciliar para dar lugar a empreendimentos imobiliários ou para ser  utilizado  na construção de moveis; a poluição de áreas remanescentes provenientes do lançamento de esgoto em riachos e rios; o tráfico de animais e a destruição de seu habitat natural, são os principais impactos ambientais presentes na Mata Atlântica.
CERRADO
De acordo com o IBGE, o “Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul e cobre 22% do território brasileiro” ocupando majoritariamente áreas do Centro Oeste. O bioma é considerado o berço dos principais rios do Brasil e da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em elevado potencial aquífero e grande biodiversidade.
 A vegetação do Cerrado é composta por savanas e o clima atuante é o tropical quente subúmido, com uma estação seca e uma chuvosa. Além dos planaltos, com extensas chapadas, encontram-se também a mata ciliar e a mata ribeirinha. Os principais impactos ambientais presentes no bioma são a atividade garimpeira, o assoreamento dos rios, a mineração, a pecuária extensiva e as monoculturas.
CAATINGA
A Caatinga, está presente em boa parte do Nordeste do Brasil, e apresenta uma vasta riqueza de ambientes e espécies exclusivas do bioma. O clima seco e quente resulta numa vegetação de savana estépica, espinhosa e decidual (quando as folhas caem em determinada época). Há também áreas serranas, brejos e outros tipos de bolsão climático mais ameno. Os principais impactos ambientais da Caatinga consistem no desmatamento e nas queimadas.
PAMPA
Os pampas sul-americanos, estão presentes no sul da America do Sul, e no caso do Brasil apenas no Rio Grande do Sul e é marcado por clima chuvoso, sem período seco regular e com frentes polares e temperaturas negativas no inverno. O relevo presente neste bioma é bem nivelado característicos de vastas áreas de campos. O principal impacto encontrado neste bioma é a pecuária e a retirada da cobertura vegetal deixando, assim, os solos expostos a erosão.
Pantanal
No caso do bioma Pantaneiro presente nos estados do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso é caracterizado por inundações de vastas áreas de planície que provocam alterações tanto no ambiente,quanto na vida da fauna e das populações locais. Assim como no cerrado, a vegetação predominante é a savana. O principal impacto está presente na cobertura vegetal original de áreas que circundam o Pantanal foi em grande parte substituída por lavouras e pastagens.
Fontes Consultadas
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POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FORMAÇÃO TÉCNICA EM AGROEXTRATIVISMO
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA.




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FONTES DE ENERGIA

As fontes de energia modernas que alimentam desde as grandes indústrias multinacionais até as lâmpadas da sua casa são classificadas de duas formas: as fontes renováveis como a energia solar, a força dos ventos, da água etc. e as energias não renováveis que um dia se esgotarão como o petróleo – que vem a ser a fonte mais consumida atualmente – o gás natural, o carvão vegetal entre outras.
Tudo Construção

Diante da pressão exercida por organizações em defesa do meio ambiente, ou por meio de acordos globais entre nações, boa parte dos países está procurando diversificar sua fonte energética. Países como o Brasil cujo território apresenta dimensões continentais apresentam uma maior disponibilidade de fontes renováveis por possuir rios caudalosos propícios a construção de hidrelétricas e um extenso litoral, onde podem ser implantados diversos parques eólicos.
Não é necessário frisar nosso potencial energético para energia solar, mas nem todos os países apresentam essas características e acabam por adotar fontes energéticas bastante poluidoras como as termelétricas – que utiliza o vapor de água produzido por uma caldeira, que é aquecida pela queima do carvão, do gás natural ou de derivados do petróleo – ou utilizam as tão perigosas Usinas nucleares.
Vários acidentes já ocorreram com a utilização dessa matriz energética, a exemplo do desastre de Chernobyl, na Ucrânia em 1986 e recentemente em Fukushima no Japão. O risco nesse tipo de fonte está na possibilidade de vazamento radioativo que pode condenar o meio ambiente e a saúde humana.
Além das fontes já citadas destacamos: Biomassa que utiliza o rejeito de origem animal ou vegetal para gerar energia; o biodiesel que utiliza o óleo de alguns vegetais como a soja para transformar em combustíveis para motores; diferente dessas, o petróleo é sem sombras de duvidas a fonte de energia mais utilizada. Seus derivados estão presentes em muitos produtos do nosso cotidiano como no plástico, na borracha na gasolina, no asfalto das rodovias entre outros.

Diante do exposto podemos concluir que nosso mundo moderno depende muito das matrizes energéticas, e que para evitar a intensificação dos impactos ambientais devemos economizar energia, pois, enquanto mais consumimos, mais se é retirado da natureza.

Fontes consultadas
MMA - Ministério do Meio ambiente

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SEMIÁRIDO - NOVA DELIMITAÇÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA SUDENE

A área delimitada como semiarido brasileiro foi ampliada por meio da nova Resolução nº 107/2017, publicada pelo Ministério da Integração, e por intermédio do Conselho Deliberativo da Sudene, em 27 de julho de 2017, que estabeleceu novos critérios técnicos e científicos para nova delimitação, assim como procedimentos para revisão de sua abrangência.
O semiarido brasileiro conta agora com uma área total de 1.189 municípios, tendo sido acrescentados mais 54, oriundos dos estados do Piauí (36), Ceará (15) e Bahia (3).
Conforme o Art.2º da nova Resolução os seguintes critérios técnicos e científicos delimitam o Semiárido brasileiro:
I – Precipitação pluviométrica média anual igual ou inferior a 800 mm;
II – Índice de Aridez de Thorntwaite igual ou inferior a 0,50;
III – Percentual diário de déficit hídrico igual ou superior a 60%, considerando todos os dias do ano.


Fonte: Portal Brasil
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A DIVERSIDADE GEOGRÁFICA DA TERRA

Neste artigo, produzido pela equipe de redação do Observatório Histórico Geográfico abordaremos os elementos que tornam o planeta terra tão rico em diversidade, para isso, iremos fazer uma breve síntese sobre o relevo e o clima, as águas, os solos e a vegetação. Por fim faremos um breve comentário acerca dos espaços de povoamento do planeta. Para uma melhor compreensão de como esses fatores funcionam é importante observarmos a inter-relação existente entre eles.
Boa leitura!


Um mundo de diversidade que até agora não foi descoberto em nenhum outro, sim, esse é o nosso magnifico planeta azul. A terra possui milhões e talvez bilhões de espécies que povoam os mais inusitados ambientes, mas para essa dispersão de seres vivos pelos diversos espaços terrestres é necessário que haja as condições perfeitas ou pelo menos razoavelmente favorável para seu desenvolvimento.


RELEVO E O CLIMA

Neste contexto destacaremos a diversidade de domínios naturais em especifico o relevo e o clima. Esses dois fatores aliados a outros que destacaremos mais adiante são responsáveis por transformar a paisagem geográfica. Para que se torne mais claro vamos observar a gênese do relevo começando pela Crosta terrestre. A costra é a camada superficial que está exposta a ação de diversos elementos como a água, o clima e a vegetação etc. todos esses elementos são condicionantes para que exista diferentes formas de relevo. Mas, não podemos destacar apenas o elementos externos, sabemos que no interior da terra existe outras forças em atuação que também são capazes de modelar o relevo entre elas podemos citar os terremotos, o vulcanismo e a própria movimentação das placas tectônicas sobre este último fator podemos exemplificar usando a cordilheira do Andes formada pelo choque de duas placas tectônicas.
Os principais tipos de relevo são: Planícies (terras baixas em relação ao nível do mar), Planaltos (terras elevadas em relação ao nível do mar), depressão (áreas baixas devido ao desgaste erosivo).
Quanto ao clima podemos observar uma grande variedade distribuída em diferentes regiões do planeta. O clima pode ser entendido como o comportamento das condições da atmosfera somado a incidência da radiação solar em determinada área. Os tipos de relevo e a presença de água na superfície interferem nas condições climáticas que atuarão sobre determinada região, mas outros fatores como as massas de ar e a posição geográfica referindo-se agora a latitude também são responsáveis por essa dinâmica climática. No Brasil encontramos pelo menos 7 tipos de climas e no mundo 10 (köpen).
É comum ouvirmos cotidianamente alguns equívocos como “Como está o clima hoje?” nesta perspectiva refere-se ao tempo (escala menor), o clima é utilizado para designar as condições atmosféricas que atuam por um longo período em determinada região (escala maior).

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AS ÁGUAS E OS SOLOS


O termo planeta azul faz referência a grande quantidade de água presente nos oceanos da Terra que por sua vez interferem e sofrem influência de fatores climáticos. Mas não vamos relatar aqui a dinâmica oceânica e sim as águas superficiais presentes nos continentes, os rios.
Os rios são águas correntes que afloram (nascem) dos lençóis subterrâneos, essas águas escorrem pela superfície graças aos tipos de relevo presentes no decorrer de seu curso. Os rios podem desembocar tanto nos mares e oceanos quanto em um rio maior da bacia hidrográfica a qual pertence.
As bacias hidrográficas são formadas por um conjunto de rios menores que desembocam em um rio principal, no Brasil podemos citar as Bacias do São Francisco, Platina e a maior de todas Amazônica.
O clima também interfere nos rios, pois ele é quem vai determinar sua vazão.

SOLOS


Podemos compreender o solo como uma fina camada presente sob a crosta terrestre. Esta camada é resultante da desagregação das rochas por meio do processo de intemperismo ou seja pela ação da água, e também pela ação das altas temperaturas presentes nos períodos de seca. Pra que esse processo torne o que antes era rocha requer muito tempo. Todos esses fatores são responsáveis pelos diferentes tipos de solos.
Esses solos são formados em camadas que os classifica em: solos recentes, jovens e maduros.

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VEGETAÇÃO


Para entendermos como está distribuída a vegetação mundial temos que levar em consideração os elementos que estudamos anteriormente: os tipos de solo, de relevo, a influência climática e a quantidade de água entre outros.

A vegetação é encontrada em quase todas as regiões da terra, salve algumas exceções. Vamos por parte, nas regiões polares não encontramos vegetação devido ao solo está totalmente recoberto pelo gelo e pouca incidência de luminosidade, mas se voltarmos um pouco nas regiões de clima temperado notaremos a presença de formações vegetais importantes, porém que não se comparam a exuberância do tipo de vegetação encontrada nas regiões mais quentes do planeta onde estão presentes as florestas tropicais ricas em diversidade. ´
É importante ressaltar que em regiões de clima quente e de baixa umidade, a vegetação encontra dificuldades para se desenvolver e propagar-se naquele espaço. Como ressaltado anteriormente a vegetação para se desenvolver sofre a influência de outros fatores naturais.
Não poderíamos encerrar está parte sobre vegetação sem falar sobre o desmatamento das florestas. No Brasil, diversos tipos de vegetação vem sendo exterminadas por meio da ação ilegal e até mesmo irracional do homem. Em regiões de clima semiárido como no Nordeste a vegetação nativa da Caatinga foi praticamente quase dizimada em boa parte dos estados, assim como a Mata Atlântica no litoral brasileiro e a Floresta Amazônica no Norte do Brasil vem sofrendo com as queimadas, e a ação ilegal de madeireiras que derrubam as árvores visando apenas o lucro.
Falar em mudanças climáticas é relativamente complicado, pois sem comprovação cientifica fica apenas no campo do senso comum, mas seguindo uma linha de pensamento já muito disseminada entre estudiosos, a derrubada da floresta resulta na diminuição de chuvas em outras regiões, será que vale apena transformar elementos vitais a vida no planeta em dinheiro? É uma pena que poucos refletem sobre isso, e quem realmente tem força e o poder de mudar isso, simplesmente parece não dá a mínima.

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ESPAÇOS DE POVOAMENTO DO PLANETA


Sem sombra de dúvida os espaços de povoamento do planeta contrastam com as antigas civilizações que já habitaram o habitaram. Na antiguidade as áreas de povoamento estavam diretamente ligados a proximidades de grandes fontes de água como no caso do Egito e da Mesopotâmia, entretanto, com o passar dos séculos a humanidade passou a ver o mundo por outros ângulos.
A busca por melhores localidades para povoar foi um deles, e nesse contexto estão inseridos os tipos de solo, o clima, a quantidade de água acessível enfim, elementos que possam garantir boas condições de vida.

Se pegarmos um mapa e observarmos a distribuição dos espaços de povoamento notaremos que a população da Terra não está distribuída igualmente em todas as partes do globo. Ao contrário, há excesso de gente em algumas regiões e falta em outras. Vejamos no gráfico abaixo como está distribuída a população nos continentes: 
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Artigo produzido pelo OHG

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DOBRAMENTOS MODERNOS E ANTIGOS

FONTE DA IMAGEM :soumaisenem 
Podemos classificar como dobramentos modernos as estruturas originadas no período Terciário provenientes do deslocamento das placas tectônicas que provocam o soerguimento do relevo originando assim as cadeias montanhosas como por exemplo a cordilheira dos Andes na América do Sul, e a Cordilheira do Himalaia, na Ásia, onde se encontra o Monte Everest.
Na figura ao lado podemos ver que no atrito entre duas placas, uma delas entra por baixo, levantando (dobrando) a outra. Logo, estes dobramentos modernos são regiões elevadas (picos, montanhas, cordilheiras).
São chamados assim, pois se observarmos o ponto de vista do tempo geológico, os dobramentos modernos se originaram recentemente com cerca de 250 milhões de anos desde o início de sua formação. Essas estruturas são encontradas em regiões de relativa instabilidade geológica graças ao fato de se originarem do choque e interação entre duas placas tectônicas.
Já os dobramentos antigos, datam do período Pré-Cambriano (mais de 550 milhões de anos), devido a isso apresentam-se bem erodidos e são mais baixos que os dobramentos modernos.
Exemplos dos dobramentos antigos são : Montanhas Caledônicas (Escócia), Montes Apalaches (EUA), Serras do Mar, Mantiqueira e do Espinhaço (Brasil) entre outros.



Referências 

CAPÍTULO 5- ESTRUTURA GEOLÓGICA DO BRASIL 
disponivelem: http://www.aridesa.com.br/servicos/click_professor/leonam_jr/2ano/CAPITULO5_ESTRUTURA_GEOLOGICA_DO_BRASIL.pdf
A ESTRUTURA GEOLÓGICA, RELEVO E SOLO disponível-  em http://www.miniweb.com.br/Geografia/Artigos/geologia/PDF/provao_geo_ens_medio.pdf


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REINO UNIDO VOTA POR DEIXAR A UNIÃO EUROPÉIA

Criada logo após o fim da 2ª Guerra Mundial, a União Européia é um bloco econômico constituído por 28 países que tem como finalidade a livre circulação de bens, pessoas e serviços entre os países membros, que podem ou não adotarem o euro como moeda. No entanto, nem todos os países aderiram à zona do euro, a exemplo da Inglaterra que permaneceu utilizando a libra esterlina.


A União Européia tem como países membros: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido – que optou por sair - República, Romênia e Suécia. Macedônia, Croácia e Turquia estão em fase de negociação para poder ingressar na UE. Até hoje nenhum dos países membros, havia deixado do bloco.
Além de ser o maior bloco econômico do planeta a UE, contribui  para o desenvolvimento da população mundial a exemplo da “ECHO” ( Comunidade Européia de Ajuda Humanitária ) que tem fundos para ajudar países em desenvolvimento.

SAÍDA DOS BRITÂNICOS DA UNIÃO EUROPÉIA

Na manhã desta sexta-feira, 24, o primeiro ministro Britânico, anunciou que 52% dos eleitores aprovaram a saída do Reino Unido do bloco. A decisão fez com que os mercados financeiros tivessem uma reação negativa  e a libra fechou em queda. Há anos, o país mantém com o bloco uma relação turbulenta, permeada por temas como centralização versus controle nacional.
Podemos concluir caros leitores do Observatório que vem por aí uma mudança na geopolítica mundial, podemos observar a estreita porcentagem dos votos o que poderia dividir o próprio Reino Unido, já que os eleitores Escoceses e Londrinos votaram em sua grande maioria pela permanência na UE, além da possibilidade de outros países colocarem o tema em votação aberta para a população decidir se querem ou não continuar fazendo parte do bloco.
Vamos observar...

REFERÊNCIAS

BLOCOS ECONÔMICOS – disponível em http://blocos-economicos.info/uniao-europeia.html
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TIPOS DE CHUVA

 Representação dos três tipos de precipitações pluviais.
Fonte: Interna
Para identificarmos os tipos de precipitação que ocorrem, devemos levar em consideração onde está acontecendo a condensação. Se a condensação ocorrer próximo à superfície, teremos as chamadas precipitações superficiais. Quando isso acontece forma-se o nevoeiro ou neblina, orvalho (gotas de água que se acumulam sobre a superfície das plantas, carros etc.)
Se o vapor de água condensar muito acima da superfície terrestre, temos a formação das nuvens.  Responsáveis pelas precipitações atmosférica não superficiais. Neste tipo de precipitação destaca-se: A neve, o granizo e a chuva.
Neste artigo, vamos nos ater as chuvas, que são resultantes do contato de uma nuvem carregada de vapor de água com uma camada de ar frio. No geral, as chuvas são classificadas em três tipos:
  • I - Chuva convectiva – ocorre devido a ascensão vertical do ar, que, ao entrar em contato com as camadas de ar frio, sofre condensação e se precipita. Geralmente ocorre com intensidade (forte), rápida, acompanhada de trovões e às vezes de granizo (chuva de verão ou equatorial).
  • II - Chuva Frontal – acontece quando ocorre o encontro de uma massa de ar frio (frente fria) com uma massa de ar quente (frente quente). É menos intensa e mais duradoura.
  • III - Chuva orográfica ou de relevo – É resultante do deslocamento horizontal do ar, que, ao entrar em contato com regiões elevadas (serras e montanhas), sofre condensação e consequente precipitação.


Vale salientar que a distribuição das chuvas ocorre de forma irregular, e que elas são abundantes nas regiões equatoriais, moderadas nas regiões temperadas e fracas nas áreas próximo aos polos. 

Referências
Climatologia para os trópicos - tipos de chuva.

POSTADO POR EQUIPE DE REDAÇÃO
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