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MUDANÇAS NA BNCC - HISTÓRIA ANOS FINAIS

O ensino de História, assim como o de outras áreas do conhecimento passaram por uma revisão e agora devem ser ministrados conforme as indicações da BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. De modo geral, podemos dizer que além de reestruturar os conteúdos a serem trabalhados em cada ano do Ensino Fundamental ela também procurou contemplar dois pontos: 
1º Que os estudantes aprendam a relacionar fatos passados com o presente;
2º Que possam desenvolver uma visão crítica dos fatos.   
De acordo com a Base, é preciso que o ensino de história ultrapasse a “contemplação” de fatos históricos e passe a ser um instrumento a serviço de um discernimento maior sobre as experiências humanas e das sociedades em que se vive. A nova proposta também traz em suas habilidades um olhar maior sobre a influência dos povos indígenas e africanos.

OS PRINCIPAIS PONTOS DA BNCC

1° Os alunos adquirem uma postura ativa
Destaca a análise da história em cinco pontos:
Identificação: reconhecer o que está sendo estudado.
Comparação: relacionar diferentes fatos para compreender o contexto..
Contextualização: aluno deve identificar o momento em que uma circunstância histórica é analisada e as condições específicas daquela realidade.
Interpretação: todos devem ser capazes de levantar hipóteses e desenvolver argumentos acerca de fatos históricos de maneira a estimular o posicionamento crítico
Análise:através da analise o aluno passará a compreender o fato em questão numa perspectiva mais ampla veificando diversos aspectos que juntos formam um todo.

2° Pensamento crítico
O pensamento crítico é a chave para compreender como os acontecimentos históricos aconteceram, por que aconteceram e quais as implicações e lições que podem ser aprendidas no presente. O debate de ideias e opiniões é a chave para a desenvolver uma aprendizagem rica e plural.

3º DIVERSIDADES DE FONTES A SEREM UTILIZADAS
É essencial que o professor diversifique suas fontes em sala de aula para que os alunos tomem contato e possam assim construir o conhecimento.

HISTÓRIA NA BASE: ANOS FINAIS

Os Anos Finais seguem um conteúdo cronológico dividido em:
6º ano: Antiguidade e Idade Média (trabalhado anteriormente no 7ano)
7º ano: Idade Moderna, colonização da América
8º ano: Séculos XVIII e XIX, Brasil dos movimentos separatistas ao Segundo Reinado
9º ano: Século XX e XXI, Brasil da Primeira República até hoje.

No próximo artigo abordaremos as mudanças ocorridas em Geografia anos finais do Ensino Fundamental.

Fontes consultadas:
BNCC 2018 disponível em:http://basenacionalcomum.mec.gov.br/

POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUANDO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
AGRO EXTRATIVISTA
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
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AS PRIMEIRAS HISTÓRIAS: A PRÉ-HISTÓRIA


Introdução

O período que vai desde o surgimento dos seres humanos ao aparecimento da escrita é denominado como a Pré-história (3.500 a.C.). Nesse período o homem se adaptou as limitações impostas pela natureza baseando seu modo de vida em atividades relativamente “simplórias” como a caça e a pesca e para isso, surgiu à necessidade de desenvolver instrumentos/objetos que facilitassem essa atividade.
O termo Pré-história surgiu no século XIX por referir-se ao momento anterior a escrita, pois o homem não realizava registros escritos e para muitos, isso era considerado a única fonte segura de se retratar, por exemplo, o cotidiano humano. O processo de construção da história humana na Terra se aperfeiçoou quando os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme ( caracteres semelhantes a símbolos gravados em placas de argila) na região da Mesopotâmia.

A pré-história foi dividida em três fases: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.


Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada

Neste período, surgiu os primeiros ancestrais da humanidade e habitava cavernas, muitas vezes com outros animais selvagens. É comum encontrarmos cenas do cotidiano retratadas nas paredes das cavernas chamadas de pinturas rupestres.. O Piauí possui um dos maiores acervos de arte rupestre das Américas localizadas nos parques da Serra da Capivara e Sete Cidades.

Os povos pré-históricos eram nômades, pois ainda não havia sido desenvolvida a agricultura e quando acabava a disponibilidade de alimentos na região em que estavam, eles migravam em busca de novas áreas.
A caça e a pesca, além da coleta de frutos foram as principais atividades deste período aperfeiçoadas graças a fabricação de ferramentas feitas a partir de pedaços de ossos e pedras.  

Neolítico ou idade da Pedra polida

No Neolítico podemos notar o aprimoramento dos instrumentos que passaram a ser também de metais, como, lanças, ferramentas e machados, assim como no desenvolvimento da agricultura o que culminou com a diminuição de sua dependência com relação à natureza.

Além disso, destaca-se o domínio do fogo,que possibilitou o ser humano espantar os animais, cozinhar a carne e outros alimentos, iluminar sua habitação além de conseguir calor nos momentos de frio intenso.

Idade dos Metais

Por volta de 6 000 a.C. os seres humanos adquiriram habilidade para manipular os metais que tempos mais tarde foram utilizados na fabricação de armas como espadas, lanças e outros objetos. Foi nessa fase que surgiram grandes aglomerações como no Egito e na Mesopotâmia.

foto: REPRODUÇÃO















Evolução do Homem na Pré-história (principais espécies)

AustralopithecusPithecanthropus erectus, Homem de Neandertal, Homem de Cro-Magnon, Homo soloensisHomo denisovaHomo rudolfensisHomo ergasterHomo Sapiens.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CONSULTADAS
PILETTI, CLAUDINO. História e vida integrada, São Paulo – Ática 2002.
http://www.sohistoria.com.br/ef2/periodos/p2.php
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POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FORMAÇÃO TÉCNICA EM AGROEXTRATIVISMO
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA.

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A ORIGEM DAS FESTAS JUNINAS

Olá, observadores! Hoje, iremos conhecer um pouco da origem de uma das festividades regionais mais tradicionais do Brasil. Enraizada principalmente no Nordeste brasileiro, as festas juninas são caracterizadas pela diversidade de comidas a base de milho; pela explosão multicor dos fogos de artifício, assim como pela beleza das quadrilhas juninas.
Num período em que as temperaturas estão relativamente baixas e as chuvas já pintaram de verde a paisagem da região, os nordestinos dedicam essas festividades do mês de junho a Santo Antônio (dia 13), São João ( dia 24)  e São Pedro (dia 29) acendendo fogueiras¹ em sua homenagem. No entanto, muito dessa tradição vem passando por um processo de renovação que ainda não sabemos, até que ponto ela resistirá.


Mas, afinal... Qual a origem das festas juninas?
Para respondermos a esta pergunta temos que voltar no tempo, até antes do surgimento do próprio cristianismo. Acredita-se que tudo tenha começado com a comemoração do solstício de verão no hemisfério norte em celebrações pagãs. Acredito que vocês já devam ter ouvido o termo “festa da colheita”, pois bem, muitos desses povos pediam a suas divindades uma boa colheita ou se estendiam a rituais de fertilidade no mês de junho.
Com a expansão do cristianismo, muito desses rituais/celebrações foram absorvidos e (re) significados pela igreja e com a colonização de novas terras pelos europeus, essas tradições foram incorporadas nas colônias como fora o caso do Brasil. Aqui, elas ganharam elementos que ajudaram a moldá-la como a conhecemos hoje.

A tradição das quadrilhas juninas
Embora as quadrilhas juninas possua um caráter interiorano, foi na iluminada Paris (no século XVIII) que ela surgiu. Na França ela tinha um caráter aristocrático dançada nos salões pela elite. Quando finalmente chegou ao Brasil ela caiu no gosto popular e se transformou no que conhecemos hoje repleta de simbolismos que retrata o estilo “caipira” de vida.
As maiores festas juninas do Brasil
Quando se trata de festa junina, o interior dos estados nordestinos realizam as maiores e talvez as mais “badaladas” festas de todas. Conhecidas em todo o Brasil, as festas juninas de Campina Grande – PB e Caruaru – PE disputam o titulo de maior São João do mundo. São 30 dias de festas que atraem turistas de todo o país que, além de dançar forró no parque do povo em CG - PB e pátio do forró em PE, visitam feiras de artesanatos em madeira, couro, estopa entre outros. Em Campina Grande, os turistas tem a oportunidade de embarcar no trem do forró numa viagem de duas horas dançando forró até um distrito do município entre outras atrações.
Construção da fogueira cenográfica no Parque do povo em Campina Grande - PB (2022)


Área de shows no Parque do Povo em Campina Grande - PB

E vocês? Já foram a uma festa junina? O que acharam? Deixe um comentário J

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¹AS FOGUEIRAS - tradição que quase não existe nas áreas urbanas em decorrência da fiscalização do corte ilegal de árvores, como também pelo receio da violência)

PESQUISA E FINALIZAÇÃO TEXTUAL
RONALDO OLIVEIRA – ESPECIALISTA  EM HISTÓRIA
   
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ASPECTOS HISTÓRICOS E GEOGRÁFICOS DA AMÉRICA PLATINA

Olá observadores, hoje iremos conhecer os aspectos gerais da América Platina. Se você é estudante do Ensino Fundamental e ainda não conhece este termo, estamos nos referindo a área correspondente ao território da Argentina, Uruguai e Paraguai. A relação existente entre essas nações estão enraizadas desde o período da colonização Espanhola na região do Rio da Prata.

Em vermelho Argentina - Amarelo Uruguai e verde Paraguai.

Um olhar histórico...
Quando os Espanhóis iniciaram o processo de ocupação do continente Americano, eles acreditavam que era possível encontrar metais preciosos, como a prata, no entanto, na área territorial da América Platina isso não se confirmou o que manteve por muito tempo esta região da América do Sul pouco explorada.
Nessa mesma região foi fundada pelo reino da Espanha o Vice- Reino do Rio da Prata, assim como feito em outras áreas do continente Americano. Sua criação se deu principalmente para manter a posse ou o domínio Espanhol daquela região que despertara o interesse de outras potencias como por exemplo: o Reino de Portugal que já atuava na costa leste da América do Sul, além das investidas da Grã Bretanha. Este foi o mais curto Vice Reino criado pela coroa Espanhola na América.
Um olhar geográfico...
Planícies, planaltos e cadeias de montanhas. São as principais formas de relevo encontradas na América Platina. As planícies se estendem desde o Chaco no Paraguai passando por todo o território Uruguaio e parte da Argentina. Na Argentina encontramos as exuberantes paisagens da Patagônia,assim como, o ponto mais alto do continente americano, o Pico Aconcágua, com 6.959 metros de altitude. Nessa extensão territorial (América Platina) predomina os climas tropical, subtropical, semiárido, Desértico, Frio de montanha e no extremo sul da Argentina o clima temperado.
Os principais rios que compõe a rede hidrográfica da Bacia Platina (4.500 km extensão) são: Rio Paraná, o Paraguai e o Uruguai que dão origem ao Rio da Prata. A economia gira em torno da pecuária, da extração vegetal e de alguns polos industriais.
Curiosidades ...
Entre os inúmeros conflitos que existiram no continente americano, o que mais ganhou destaque nas terras sul-americanas, foi a Guerra do Paraguai em 1864 que colocou de um lado o Brasil, o Uruguai e a Argentina, formando a tríplice Aliança, enquanto que do outro estava o Paraguai. O conflito foi motivado pela ambição de um governo ditatorial paraguaio que almeja ampliar seu território anexando parte do então estado do Mato Grosso e do Rio Grande do Sul, além de províncias Argentinas. O conflito só teve fim na batalha naval do Riachuelo e na luta em Uruguaiana.

Isso é tudo pessoal! Espero que tenham curtido um pouco de nossa “observação” de hoje. Continuem os estudos através de seu livro didático caso queira se aprofundar no assunto. Dúvidas, sugestões ou se quiser enviar fotografias para nossa galeria “Expedições geográficas” é só enviar um e-mail para o endereço no painel do blog ou uma mensagem no Facebook. Até a próxima!!!  

Pesquisa e finalização textual por Ronaldo Oliveira
Graduado em Geografia



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AMÉRICA ESPANHOLA E PORTUGUESA

Portugal e Espanha dividiram a América entre si a partir do Tratado de Tordesilhas, que separava a América Portuguesa da América Espanhola. No entanto, o processo de colonização realizado por portugueses e espanhóis se diferenciou. Portugal investiu em um projeto mais espontâneo, ligado à produção agrícola, principalmente nos primeiros anos de colonização. Enquanto que a Espanha, por encontrar metais precocemente na América, investiu em um projeto minerador e de expansão e organização de cidades.

Além disso, o estilo dos traçados das cidades da América Espanhola era diferente das erguidas na América portuguesa.

Tratado de Tordesilhas - FONTE:Educa Já
Principais características da América Espanhola

  • ·         O principal intuito dos colonizadores espanhóis foi a mineração;
  • ·       Com a queda da atividade mineradora, a pecuária e a agricultura, passaram a ser as atividades básicas da América Espanhola;
  • ·       Na América espanhola os povos nativos eram escravizados  e forçados ao trabalho temporário nas minas, pelo qual recebiam um salário miserável.
  • ·       Os indígenas eram a maior população presente nessa parte do continente. Já a  população negra escrava, era pequena, e, foi usada como mão de obra, principalmente nas Antilhas.


Principais características da América Portuguesa

  • ·         Várias expedições de natureza exploratórias foram enviadas pelos portuguesas ao litoral brasileiro.
  • ·         A principal atividade econômica foi o extrativismo vegetal (Pau - Brasil) em 1501, o Rei de Portugal, deu a Fernão de Noronha ( que estava associado a comerciantes judeus) a primeira concessão para a exploração do Pau - Brasil;
  • ·         Criação de feitorias: postos de armazenamento de madeiras que seriam embarcadas para Portugal;
  • ·         Primeiros contatos com os habitantes da terra (ameríndios) e o início de um comércio a base de ttrocas (escambo);
  • ·         Presença de contrabandistas, principalmente franceses, no litoral brasileiro.

 A América Portuguesa, teve sua extensão territorial invadida diversas vezes por outros povos que até mesmo chegaram a fundar cidades como São Luiz do Maranhão fundada por Franceses e Recife pelos Holandeses.

Fontes Consultadas:

CYBERHISTÓRIA
HISTÓRIA DO BRASIL - LIVRO DIDÁTICO
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RESUMO - BRASIL IMPÉRIO

O Brasil passou a ser império com o advento da independência em 1822 e durou até 1889 quando foi instaurado o sistema republicano no país. A primeira Constituição brasileira é de 1824, cujas leis vigoraram durante todo o Brasil Império. De acordo com Brasil (2009) "a carta estabelecia, entre outros pontos, a Monarquia Constitucional, com governo centralizado; sistema representativo com Senado e Câmara dos Deputados; quatro poderes políticos harmônicos – Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador -, este último exercido pelo Imperador. O direito de votar e de se eleger estava vinculado à posição social e patrimônio financeiro, o que excluía a maior parte da população."

Brasil: Divisão politica durante o Império


Esse período da história brasileira fica melhor compreendida quando dividida em três momentos:Primeiro Reinado, Período Regencial e Segundo Reinado. 
O primeiro Reinado ficou marcado pela chegada da família real Portuguesa as terras brasileiras fugidos das forças de Napoleão que haviam chegado a Peninsula Ibérica. O fato rendeu ao Brasil o título de Reino Unido de Portugal e Algarves e agora, entrava em uma nova fase politica.  
O segundo Reinado - foi o período mais longo da História Imperial e durou de 1839 a 1889. Os principais fatos que marcaram este período foram:

  •  Maioridade de Dom Pedro II, realizada no dia 23 de julho de 1840;
  • Criação de mecanismos capazes de favorecer a liberais e conservadores;
  • Período de estabilidade;
  • Economia impulsionada pela cultura do café;
  • Decadência do tráfico Negreiro que foi amplamente combatido pelas potencias europeias;
  • Crescimento dos movimentos abolicionistas;

LINHA DO TEMPO
  • Período Regencial (1831 a 1840) - Após a saída precipitada de D. Pedro I, o Brasil ficou com um menino de cinco anos de idade como chefe de Estado. Sem precedentes a seguir, o império foi confrontado com a perspectiva de um período de mais de 12 anos sem um executivo.
  • Parlamentarismo - As prerrogativas e autoridade concedida ao legislativo dentro da constituição significava que ele poderia e deveria desempenhar um papel importante e indispensável para o funcionamento do governo — que não era apenas uma instituição fantoche. 
  • Fim do Império - o fim da escravidão foi o golpe final para qualquer crença restante na neutralidade da coroa e isso resultou em uma mudança explícita do apoio ao republicanismo.
FATOS OCORRIDOS DURANTE O BRASIL IMPÉRIO

ü  Guerra do Paraguai;

ü  Confederação do Equador: movimento revolucionário e emancipacionista ocorrido na região nordeste do Brasil;

ü  Lei Eusébio de Queiróz: fim do tráfico de escravos;

ü  Fundação do Partido Republicano Brasileiro;

ü  Lei do Ventre Livre: liberdade aos filhos de escravas nascidos a partir daquela data;

ü  Imigração européia para o Brasil;

ü  Início do Ciclo da Borracha;

ü  crise política e conflitos entre a Monarquia Brasileira e o Exército;

ü  Lei dos Sexagenários: liberdade aos escravos com mais de 65 anos de idade;
ü  Lei Áurea decretada pela Princesa Isabel: abolição da escravidão no Brasil;.

ü  Proclamação da República no Brasil em 15 de novembro;


Referências 
http://www.historiadobrasil.net/imperial/




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OS GLADIADORES ROMANOS

Um combate brutal que só terminava quando um dos guerreiros caísse morto ou ficasse impossibilitado de prosseguir com a luta.

Gladiador com traje especial lutando contra leão.
 Imagem: autor desconhecido.
Os gladiadores eram lutadores –geralmente de origem escrava – que eram treinados para lutarem em grandes arenas, a mais famosa delas foi o Coliseu de Roma construído por ordem do imperador Vespasiano e concluído, durante o governo de seu filho Tito.  
Rodeados por uma platéia sedenta por este tipo de espetáculo  os gladiadores lutavam entre si, utilizando diversos tipos de armas como, espadas, escudos, tridentes, lanças, redes entre outros. Algumas vezes, eles tinham que enfrentar animais selvagens como tigres, leões... e se acumulassem muitas vitórias, tornavam-se heróis aclamados pelo povo.

Os que conseguiam esse feito se tornavam verdadeiras “celebridades” em Roma e ganhavam muito dinheiro e se desejassem poderiam até deixar a carreira de lutador e eram amparados financeiramente pelo Império.
No cinema o filme Gladiador (Ano: 2000)
Dirigido por Ridley Scott abordou alguns temas como política na Roma Antiga, vida dos gladiadores e imperadores romanos como plano de fundo para contar a história de um General Romano que se tornara um gladiador depois de ser vitima de um plano macabro arquitetado pelo filho do então Imperador.

Curiosidades:


  • Acredita-se que o nome “gladiador” é proveniente da palavra “gládio”, que eram as espadas utilizadas pelos escravos durante a batalha.
  • Quando um golpe fatal era dado, um auxiliar caracterizado como Caronte (barqueiro mitológico responsável por carregar as almas para o inferno) entrava para pegar o corpo e a saída acontecia pela Porta Libitinensis, em homenagem a Libitina, deusa romana da morte.
  • Não era só a plebe que aproveitava deste tipo de entretenimento. Alguns Imperadores eram verdadeiros fãs dessas batalhas, patrocinando o evento e tomando total poder sobre o segmento da guerra.
  • Para que não houvessem injustiças ou desvantagens, os gladiadores eram divididos por categorias definidas em: trácios, murmillos, retiários, secutores e dimachaeri.



POSTADO POR REDAÇÃO DO OBSERVATÓRIO

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