Confira nossas redes sociais!

Pesquisar conteúdo

Mostrando postagens com marcador Astronomia e Ciências. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Astronomia e Ciências. Mostrar todas as postagens

IMAGENS IMPRESSIONANTES CAPTADAS PELO TELESCÓPIO ESPACIAL JAMES WEBB

 


Na última terça-feira, 12 de Julho, o mundo pode acompanhar a divulgação de alguns registros fotográficos realizados pelas poderosas lentes do telescópio espacial James Webb. As imagens marcam uma nova era na Astronomia por possibilitar a observação de galáxias, planetas entre outros corpos celestes com uma nitidez impressionante.

A Nasa ( Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) apresentou as imagens capturadas da nebulosa Carina, descoberta em 1752 pelo astrônomo francês Nicolas-Louis de Lacaille. Outra imagem divulgada antecipadamente pelo Presidente  dos Estados Unidos mostra o aglomerado de galáxias SMACS 0723 como apareceu há 4,6 bilhões de anos. Essa é a imagem mais profunda do universo.

A imagem seguinte foi a do Quinteto de Stephan, identificado em 1877 e consiste em um grupo de cinco galáxias localizadas na constelação de Pegasus que estão em interação. Na sequência temos a Nebulosa do Anel que fica a 2300 anos luz de distância do nosso planeta, resultante da morte de uma estrela. Por fim temos a revelação da composição atmosférica do exoplaneta WASP 96b feita pelo espectrômetro do telescópio.

Confira abaixo as imagens divulgadas pela Agencia espacial Norte Americana:


Agrupamento de galáxias SMACS 0723
e galáxias ao fundo com o efeito de lente gravitacional.
Créditos: NASA / ESA / CSA / STScI



Composição atmosférica do exoplaneta WASP 96b observada com o espectrômetro do James Webb.
Créditos: NASA / ESA / CSA / STScI


Nebulosa do Anel observada pelo Telescópio Espacial James Webb - Créditos: NASA/ESA/CSA/STScL

O Quinteto de Stephan - Créditos: NASA/ESA/CSA/STSCL

Nebulosa de Carina observada pelo Telescópio Espacial James Webb. Estrelas nunca antes vistas
com outros telescópios foram reveladas nessa imagem magnífica.
Créditos: NASA / ESA / CSA / STScI

Além dessas imagens, também foram reveladas nesta semana as imagens feitas pelo mesmo telescópio do planeta Júpiter. O objetivo era verificar se ele era capaz de detectar objetos que se movem mais rapidamente. Isso é tudo! Continuaremos aguardando as próximas revelações do telescópio James Webb. 


Fontes Consultadas: NASA / ESA / CSA / STScI



POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA

PÓS GRADUADO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA 
AGRO EXTRATIVISTA

FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
Leia Mais ►

JAMES WEBB E SUAS POSSIBILIDADES

Com o objetivo de ampliar os estudos sobre às origens do Universo, à agência espacial norte-americana, lançou no dia 25 de dezembro de 2021 o telescópio espacial James Webb, um projeto que custou 8,8 bilhões de dólares e promete ser mais potente que o famoso Hubble. A intenção dos pesquisadores é investigar o espaço enquanto mantém sua órbita com o Sol, a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, ultrapassando a distância do Telescópio Hubble, que está funcionando a 600 km de altitude desde 1990.




O telescópio funciona no infravermelho que possibilita enxergar objetos sob uma perspectiva que ainda não havia sido explorada. A NASA construiu o James Webb como um gigante refletor de luz. Antes de entrar em funcionamento, o telescópio passou por um processo de ajuste remoto dos seus 18 espelhos para que o objeto observado formasse uma única imagem.  

Para realização do teste, Webb focou a estrela 2MASS J17554042+6551277. Um filtro vermelho foi usado para mostrar o contraste. A capacidade de observação do Webb é tão sensível que galáxias e estrelas individuais também podem ser vistas atrás da estrela na imagem.

FOTO: WikipédiaTelescópio Espacial James Webb

O telescópio recebeu esse nome em homenagem a um importantíssimo ex-funcionário da agência norte-americana.  Muitos o consideram um dos melhores diretores que a NASA já teve, pois sob sua direção conquistou-se um dos projetos mais impressionantes da história: o pouso do homem na Lua.

Fonte: Nasa


POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUADO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA 
AGRO EXTRATIVISTA

FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA

Leia Mais ►

O belo meteorito Fukang


A primeira vista quando foi encontrado o meteorito batizado de Fukang não possuia beleza alguma, entretanto ao ser cortado e  aberto, ele apresentou uma bela surpresa. A rocha possuia cristais translúcidos de olivina, envolvidos em uma liga metálica de ferro e níquel.
Maravilha Cosmica: Marvin Killgore do Meteorito Laboratório Arizona deixa o sol brilhar através de uma fatia polido da rocha Fukang


O raro meteorito pesava o mesmo que um carro popular quando foi descoberto em 2000, no deserto de Gobi, na província chinesa de Xinjiang. Desde então tem sido dividido em fatias que dão um belo efeito quando o sol brilha através dos cristais de olivina.

É tão valioso que mesmo pedaços pequenos são vendidos por cerca de 65-95 reais por grama. O Laboratório de Meteoritos do Sudoeste do Arizona, que detém cerca de 32 kg do meteorito, diz que a descoberta notável vai passar a ser "uma das maiores descobertas de meteoritos do século 21".

Fonte: http://bit.ly/IIII2k
Leia Mais ►

O asteroide 2004 BL86, com cerca 500 metros de diâmetro, vai passar relativamente perto da Terra na noite desta segunda-feira.


NOTAS DA ASTRONOMIA

Esta noite acontecerá mais um evento astronômico, dessa vez será possível observar o asteroide 2004 BL86, com cerca 500 metros de diâmetro, vai passar relativamente perto da Terra. Segundo a Agencia espacial Americana (NASA) ele não representa nenhum risco para nosso planeta.
O asteroide passara a uma distância aproximada de 1,2 milhões de quilômetros da terra uma distância três vezes maior que a que separa nosso planeta da lua. Astrônomos profissionais e amadores estão se preparando para ver o asteroide, que passará pelo ponto mais próximo da Terra às 14h19m (horário de Brasília), de acordo com a Nasa. Basta um telescópio caseiro ou um par de binóculos potentes para ver o asteroide.

Fonte: Nasa
Leia Mais ►

Cada vez mais perto de encontrar vida fora da terra: Nasa encontra gás metano em Marte


Olá pessoal, hoje vamos falar um pouco de uma descoberta feita por um robô da NASA que detectou regulares emanações do gás metano no planeta vermelho. O que chama atenção nesta noticia é que o metano é um gás que, na terra é gerado sobretudo por seres vivos ou a partir de materiais derivados deste. O que não se sabe ainda qual a fonte de emissão dessa substância em Marte.
Para se ter ideia a sonda passou 20 meses colhendo dados na cratera de Gale. Lá, detectou, inicialmente, um nível baixo de metano: cerca da metade do que esperavam encontrar. Mas, depois, vieram as surpresas. Segundo Christ Webster, cientista do Jet Propulsion Laboratory e um dos autores de um artigo sobre o tema, que será publicado na prestigiada revistaScience, esse gás “registra picos nos quais é multiplicado em dez vezes e por mais de 60 dias. Esses resultados sugerem que o metano é produzido ocasionalmente ou escapa do solo nas proximidades da cratera de Gale”.
A maior parte do metano atmosférico da Terra provém da vida animal e vegetal e do meio ambiente. As principais fontes de emissão são os processos de decomposição da matéria orgânica nas grandes áreas de cultivo de arroz, o processo digestivo de animais ruminantes, como as vacas, os incêndios em florestas tropicais e savanas, a atividade de micróbios no esgoto e fugas esporádicas das acumulações de hidrocarbonetos, como o petróleo, gás e carvão.
Embora as elevações desse gás no planeta vermelho também possam ter uma causa distinta, como fontes geológicas, impactos de cometas ou alguma origem desconhecida, a descoberta do Curiosity reforça a inquietude sobre a possível existência passada ou presente de vida microbiana em Marte. Se você tem alguma sugestão de tema ou quer enviar um de seus textos para exibirmos aqui no blog envie um email para: obshistoricogeo@outlook.com 

Fonte da noticia : Clarín
Leia Mais ►

Geólogos descobrem substância orgânica em meteorito de Marte

Um grupo de cientistas liderado por geólogos chineses descobriu uma substância orgânica, semelhante ao carvão, em um meteorito procedente de Marte, informou  o diário South China Morning Post.
A descoberta, publicada no mais recente número da revista científica Meteoritics and Planetary Science, apresenta novas evidências sobre a possibilidade de existir algum tipo de atividade biológica no planeta vermelho.
creditos:ebc
Os investigadores encontraram vestígios de materiais orgânicos juntamente com elementos químicos como azoto, enxofre e fósforo, com estrutura semelhante à do carvão existente na Terra.
Essas substâncias foram encontradas no meteorito Tissint, que deve ter se separado de Marte há 700 mil anos, após a colisão de um asteroide.
O Tissint caiu como uma bola de fogo em Marrocos, em julho de 2011, e, após meses de observação e análise dos fragmentos que o compunham, um grupo internacional de cientistas determinou que era procedente do planeta vizinho.

Um dos autores do estudo, Zhang Jianchao, físico do Instituto de Geologia e Geofísica da Academia Chinesa de Ciências, explicou que a sua equipe acredita que a substância similar ao carvão venha de Marte, em declarações ao South China Morning Post, jornal em língua inglesa publicado em Hong Kong.
Fonte: Terra
Leia Mais ►

Nasa afirma que asteroide gigante não é ameaça a terra

Relatórios recentes da Rússia afirmaram que um pesquisador descobriu uma rocha espacial (400 metros) que pode representar um perigo para a terra. No entanto, os cálculos da NASA, do Minor Planet Center, em Cambridge, e do Massachusetts, mostram que o asteroide 2014 UR116 não representa um perigo para a terra pelo menos nos próximos 150 anos.

Asteroid 2014 UR116 is a near-Earth object, but it does not pose a threat to Earth anytime in at least the next 150 years, according to NASA. Image uploaded on Dec. 9, 2014.
Credit: NASA / JPL
Funcionários do Jet Propulsion Laboratory da NASA, na Califórnia, disseram em comunicado segunda-feira (8 de dezembro): "alguns relatórios recentes na imprensa têm sugerido que um asteroide designado 2014 UR116, encontrado em 27 de outubro de 2014, no Observatório de mestre-II em Kislovodsk, Rússia, representa uma ameaça de impacto para a terra", "Enquanto este asteroide do tamanho de aproximadamente 400 metros tem um período orbital de três anos em torno do sol, periodicamente, não representa uma ameaça, porque seu caminho orbital não passa suficientemente perto da órbita da terra."
O asteroide UR116 foi visto pela primeira vez há seis anos, de acordo com o comunicado da NASA. Funcionários têm agora re-calculado a rota da rocha espacial ao redor do sol e acham que ele não é ameaça para a terra.

Para rastrear objetos cósmicos potencialmente perigosos que orbitam o sol, a NASA aceita a ajuda de astrônomos amadores e profissionais ao redor do mundo. Depois que pessoas descobrem e relatam um objeto potencialmente perigoso, funcionários mapeiam o caminho do cometa ou  asteroide em torno da estrela para ver se ele intercepta a órbita da terra de forma potencialmente perigosa.
Fonte: Space
 
Leia Mais ►

O futuro da colonização humana do Sistema Solar retratado em um curta metragem

Como vocês sabem, nós sempre estamos observando o passado através da história e o presente com a ajuda da geografia, no entanto essas ciências se utilizam de conceitos já adotados por outras para complementar suas áreas de estudo. Já que aqui no observatório cobrimos o que surge de novo na área da astronomia achamos interessante compartilhar com nossos leitores esse curta metragem que mostra o futuro da colonização humana no sistema solar.
O curta retrata de forma surpreendente a colonização em asteroides, nas luas de júpiter e principalmente em marte que a muito vem sendo estudada a possibilidade de fundar uma colonia no planeta vermelho.

COLÔNIA EM JÁPETO, LUA DE SATURNO (FOTO: REPRODUÇÃO)
Imagens estimulantes como estas, e muitas outras, é o que encontramos no curtaWanderers, do artista digital suecoErik Wernquist. Todo o primoroso trabalho de arte espacial é exibido em sincronia com a retórica inspirada de Carl Sagan - o vídeo conta com um áudio do astrônomo lendo um trecho de seu livro Pale Blue Dot.
Leia Mais ►

Nova análise sugere campo magnético da Terra está desestabilizando

Photo credit: US Department of Energy
O campo magnético da Terra é gerado por uma interação entre a rotação em correntes principais e elétricos do planeta. O campo, em seguida, cria a magnetosfera, que funciona como uma espécie de campo de força, protegendo o planeta a partir do peso do vento solar do sol. Este campo tem tanto um pólo Norte e do Sul, o qual pode ser utilizado para fins de navegação, e eles não são estáticos. As variações na corrente elétrica ter causado os pólos para migrar tanto quanto 16 km (10 milhas) por ano.

O campo em si não é fixo, quer, e a cada 450 mil anos mais ou menos, os pólos realmente reverter. Isso coloca o Norte magnético, onde o Sul, e vice-versa. No mês passado, uma equipe da Universidade da Califórnia, Santa Cruz foi capaz de determinar que o último pólo reversão ocorreu cerca de 786.000 anos atrás, ao longo de menos de 100 anos - dentro de uma única vida humana. Normalmente, esses eventos ocorrem ao longo de milhares de anos.

O planeta parece ser muito atrasada para uma reversão de campo: há evidências de que esses eventos acontecem com mais freqüência do que costumavam centenas de milhões de anos atrás. Isto pode ser devido ao núcleo interior ficando maior, que está a obstruir o núcleo externo, resultando num campo magnético que não é tão sólida.

A evidência de inversões de campo magnético pode ser visto nas rochas. Quando a rocha derretida esfria, os componentes metálicos são orientados em direção ao campo. Ao olhar para as camadas de rocha, geólogos são capazes de observar que as moléculas metálicas estão a apontar, e, assim, determinar a direcção do campo magnético.

Swarm constelação A Agência Espacial Europeia utiliza três satélites para estudar o campo magnético da Terra, bem como os oceanos e estrutura interna do planeta. Em uma reunião ciência Swarm realizada em Copenhague no verão passado, foi anunciado que o campo magnético foi enfraquecendo por cerca de 5% a cada 10 anos. Um enfraquecimento ou campo magnético instável pode ser um sinal de que uma reversão está prestes a ocorrer. A força do campo magnético normalmente faz oscilar um pouco, mas a taxa de que este parece acontecer é maior do que o normal. O campo parece estar enfraquecendo cerca de dez vezes mais rápido do que o anteriormente previsto, o que indica que um evento pode estar chegando mais cedo ou mais tarde.

Se os pólos virar, ter uma bússola que aponta Sul em vez de Norte não parece muito de um grande negócio para os seres humanos, mas não é uma questão de o que vai acontecer outros animais. Certos animais migratórios, como tartarugas marinhas e aves usam o campo magnético, a fim de orientar-se. A inversão dos pólos poderia interferir com a sua capacidade de fazê-lo.

Outra preocupação é que a inversão do enfraquecimento do campo magnético que precede o evento de inversão significa que não irá ser capaz de proteger de forma adequada a partir de nos de radiação do sol. Embora não haja nenhuma evidência no registro fóssil de uma extinção em massa correlacionando-se com a reversão de campo ou um influxo de radiação, isso poderia ser problemático para as redes de energia e satélites.

Leia Mais ►

Módulo Philae pousa em cometa e entra para história

A sonda Rosetta levou o módulo de pouso Philae até o espaço, para aproximá-lo do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. O Philae se desprendeu da sonda e aterrizou suavemente no cometa.
O módulo de pouso se prendeu ao chão com dois arpões e três garras e entrando para a história. 

O objetivo é ajudar a entender a origem e evolução do Sistema Solar: como explica a ESA, “a composição do cometa reflete a composição da nebulosa pré-solar da qual o Sol e os planetas se formaram, mais de 4,6 bilhões de anos atrás”. Por isso, o Philae vai tirar fotos da superfície do 67P/C-G e analisar o solo do cometa com seus instrumentos.
O 67P/Churyumov-Gerasimenko tem 4 km de diâmetro e foi descoberto em 1969. Ele orbita o Sol a cerca de 580.000.000 km de distância, no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. A missão Rosetta foi lançada em 2004, e se aproximou do cometa em agosto deste ano – ou seja, dez anos depois! – entrando em sua órbita no mês seguinte.
Veja o vídeo abaixo:

Fonte:Gizmodo

Leia Mais ►

Cientistas Russos lançam alerta: Identificado asteroide que pode colidir com a Europa

Descoberto recentemente por cientistas russos, o asteroide 2014 UR116 pode devastar o continente europeu. Se cair no mar, provocará tsunamis que destruirão as áreas costeiras. E, se a sorte não nos ajudar e ele cair em uma usina atômica, será o fim da Europa. Vale destacar que o asteroide mede 370 metros: 20 vezes mais que o meteorito de Cheliabinsk. Para ter ideia de seu risco, basta multiplicar por 20 os efeitos daquela explosão, que liberou 500 quilotons, 30 vezes mais que a bomba atômica de Hiroshima.
Dado que a descoberta dessa nova ameaça é muito recente, a ciência ainda não pode dizer qual seria a data certa de seu possível encontro com a Terra, uma vez que as órbitas dos asteroides podem mudar. De qualquer modo, não será antes de 2017.

El tamaño del asteroide que se acerca a la Tierra es de 370 metros. (Foto: Referencial)

O 2014 UR116 é o terceiro objeto desse tipo descoberto pela rede russa de telescópios robóticos Master, que opera desde 2010. Os outros dois asteroides (o 2013 SW24 e o 2013 UG1) medem 250 e 125 metros respectivamente.
Fonte e imagens: Peru.com e RT
Leia Mais ►

Astrônomos descobrem asteroide que poderia ser a outra "lua" da Terra

Astrônomos detectaram a presença de um objeto próximo à Terra que também leva um ano para completar uma volta em torno do Sol.
Trata-se do asteroide 2014 OL339, que, com seus 200 metros de diâmetro, está suficientemente perto de nosso planeta para desempenhar o papel de um satélite natural. Ele foi encontrado acidentalmente pelo astrônomo Farid Char, da universidade chilena de Antofagasta, em meados deste ano e, desde então, tem sido objeto de estudo para os irmãos Carlos e Raúl da Fuente Marcos, especialistas da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha.

De acordo com os estudiosos, esse “novo companheiro de viagem ao redor do Sol” esteve próximo da órbita terrestre durante os últimos 775 anos e o ficará por mais 165. A Terra e o asteroide exercem influências gravitacionais mútuas entre si, estabelecendo o que é conhecido como órbitas ressonantes, ou seja, que se relacionam estreitamente.
Fonte: The Daily Mail 
Leia Mais ►

'Rebaixado' de categoria, Plutão pode retomar condição de planeta

Em 2006 Plutão foi rebaixado à categoria de "planeta anão", contudo oito anos depois o debate sobre o status desse corpo celeste renasceu no Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica (CfA), nos Estados Unidos.
Concepção artística mostra Plutão (disco maior) e suas possíveis luas (Foto: NASA, ESA and G. Bacon (STScI)

"Queríamos que as pessoas voltassem a falar sobre isso", afirmou à Agência EFE a especialista em Relações Públicas da instituição, Christine Pulliam, ao ser perguntada por que um dos centros mais destacados em astrofísica voltava a discutir a descaracterização do planeta como tal.
Há oito anos, em 2006, mais de 2.500 especialistas de 75 países se reuniram em Praga, na União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês), e estabeleceram uma nova definição universal do que seria considerado um planeta.
Esta definição distinguiu oito planetas "clássicos" que giravam em órbitas ao redor do Sol e deixava de fora corpos "anões", como Plutão, que ficou no mesmo nível que os mais de 50 corpos que giram em torno do Sol no cinturão de Kuiper.
Porém, os defensores do "patinho feio" do Sistema Solar não se renderam e inclusive fizeram manifestações pedindo aos cientistas que voltassem a admitir a Plutão no clube dos grandes, clamando que "o tamanho não importa".
Por isso, oito anos depois e a menos de um ano para que aconteça, em Honolulu (Havaí, EUA), a Assembleia Geral da União Astronômica Internacional (IAU), o Centro Harvard-Smithsonian voltou a abrir o debate. Para isso, convidou três especialistas com opiniões diferentes.
O historiador cientista Owen Gingerich, que presidiu o comitê de definição de planetas da IAU, defendeu o status de Plutão como planeta de um ponto de vista histórico e argumentou que "um planeta é uma palavra culturalmente definida que muda com o tempo".
Como pôde a União Astronômica Internacional dizer que Plutão era um planeta anão e depois negar-lhe a posição de planeta? Que era, então, só um anão? Gingerich considera que a IAU fez um "abuso da linguagem" ao tentar definir a palavra planeta e que, por isso, não devia ter expulsado Plutão.
O ponto de vista contrário foi defendido pelo diretor associado do Centro de Planetas Menores, Gareth Williams, que apoiou a exclusão de Plutão e definiu os planetas como "corpos esféricos que orbitam ao redor do sol e que limparam seu caminho", ou seja, que tiraram sua órbita de outros astros.
Por sua vez, o diretor da Iniciativa Origens da Vida de Harvard, Dimitar Sasselov, argumentou que um planeta é "a massa menor esférica da matéria que se forma ao redor das estrelas ou restos estelares", o que, segundo sua opinião, devolve Plutão ao clube planetário.
No final das conferências, um público de todas as idades lembrou seus velhos livros e votou a favor do retorno do antigo nono planeta do Sistema Solar a essa condição.
Na realidade, desde seu descobrimento, em 1930, pelo americano Clyde Tombaugh, Plutão foi objeto de disputas, sobretudo devido a seu tamanho, muito menor que o da Terra, e inclusive que o da Lua.
Fonte: G1
Leia Mais ►

Meteorito marciano encontrado no Egito teria condições de abrigar vida, revela nova análise científica

No ano de 1911, um meteorito caiu no Egito, procedente de Marte, e seu valor científico é tal que ainda hoje pesquisadores falam e se surpreendem com o acontecimento. O que a ciência pergunta ao meteorito Nakhla? O que qualquer um perguntaria a um visitante marciano: se existe ou existiu vida no planeta vermelho. Essa rocha de 1,3 bilhão de anos foi analisada por cientistas da Universidade de Manchester e da Universidade Técnica de Atenas, e as investigações revelaram informações surpreendentes. A pedra, de acordo com os pesquisadores, apresenta uma estrutura notavelmente similar a de uma célula que já portou água.
O artigo publicado pela revista Astrobiology conta como o especialista Elias Chatzitheodoridis notou uma presença incomum incrustada dentro de Nakhla, o que o levou a consultar seu colega Ian Yon. Juntos, eles revelaram, com surpresa, que sua estrutura se parecia com a de uma célula biológica fóssil da Terra. Apesar de não ser uma célula, é certo que alguma vez já conteve água, que teria sido aquecida, provavelmente, como resultado do impacto de um asteroide. Essa descoberta é somada à evidência de que, sob a superfície do planeta vermelho, existem condições para a formação e o desenvolvimento de vida. Há também a hipótese de que grandes asteroides se chocaram contra Marte, criando fontes hidrotermais de longa duração, capazes de alimentar a vida.
Neste meteorito, portanto, foram encontradas condições ao surgimento de vida, por exemplo, em forma de bactérias. Trata-se, então, de uma peça vital para a montagem de um quebra-cabeça que implica na existência de vida em Marte.
Fonte e imagens: Universidade de Manchester e Daily Galaxy 
Reprodução: History
Leia Mais ►

Cientista afirma: cedo ou tarde teremos que deixar a Terra. Seria Europa nossa solução?

Europa, o gélido satélite natural de Júpiter, para onde a humanidade se mudaria segundo o livro “2001: Uma Odisseia no Espaço”, de Arthur C. Clarke, talvez volte a se candidatar como um lugar capaz de abrigar vida, e, desta vez, sua candidatura tenha mais ciência que ficção. É que os pesquisadores detectaram em sua crosta a possível existência de placas de gelo gigantes, que funcionariam como as placas tectônicas de nosso planeta, conectando a superfície com o oceano profundo. E isso significaria uma via de contato com sais, minérios e micróbios.


Segundo o artigo publicado pela revista Nature Geoscience, a descoberta foi possível graças a imagens feitas pela sonda Galileo, da NASA, que observou Júpiter por oito anos, desde 2005. Ao tentar fazer um mapa completo da superfície de Europa, foi encontrado um buraco, que só poderia ser explicado pela presença de sistema de placas tectônicas e que havia sido sugado esse vácuo para o interior do satélite. Se esse fenômeno de subducção fosse comum, então Europa poderia abrigar um ciclo de compostos amigáveis para a vida entre a superfície e a profundidade, aumentando, sensivelmente, a possibilidade de seu oceano ser habitável.
Essa revelação é de grande importância, principalmente se levarmos em consideração, por exemplo, as declarações feitas há poucos dias pelo cientista e ex-astronauta da NASA John Grunsfeld, que disse: “se quisermos assegurar a futura sobrevivência dahumanidade, cedo ou tarde teremos que deixar a Terra. É praticamente certo que, em algum momento, nosso planeta sofrerá o impacto de um asteroide devastador”.
Fonte e imagens: NASA 
Reproduzido via: History
Leia Mais ►

NASA publica imagens que dividem opiniões: anjos, óvnis ou falha técnica?

Para aqueles que não acreditam em nada mesmo diante de evidências, têm que lidar com crentes de todos os tipos – entre eles, os que crêem, por exemplo, em extraterrestres ou na existência física dos anjos. O que aconteceria se uma única série de imagens confirmasse ambas as crenças extraordinárias? Os satélites daNASA Solar Dynamics Observatory (SDO) e Solar and Heliospheric Observartory (SOHO) capturaram imagens incríveis nos últimos anos, e tornou público o debate sobre suas origens.
Na imagem capturada pelo satélite SOHO, é possível ver um objeto com o aspecto de um anjo e com as asas abertas. Em outubro de 2012 e fevereiro de 2013, a NASA publicou outras duas fotos de satélites nas quais podemos identificar um objeto parecido aproximando-se do Sol. Outras imagens similares datam de novembro de 2012 e março de 2009.
Leia Mais ►

ALERTA: Explosão solar dupla está vindo em direção a Terra nesta sexta-feira

O sol lançou toneladas de particulas provenientes de erupções solares diretamente para a Terra nesta semana, mas as tempestades geomagnéticas resultantes representam pouco perigo, disseram hoje (11 de setembro).

Uma forte classe x1.6 explosão solar entrou em erupção quarta-feira às 01:46 ET de uma mancha solar mais de 10 vezes o tamanho da Terra, jorrando milhares de milhões de toneladas de partículas carregadas. A mesma mancha solar também criticou a uma labareda solar menor na segunda-feira.
Leia Mais ►

Cientistas encontram evidências de placas tectônicas em uma das luas de Jupiter

Uma recente pesquisa geológica  feita no satélite natural Europa, uma das luas de Júpiter revelou que uma enorme parcela de 20.000 quilômetros quadrados da superfície estava ausente. Para explicar isso, uma equipe de pesquisadores propõe agora que a casca de gelo de Europa tem um sistema frágil e móvel de placas acima da convecção do gelo mais quente.
Ao lado: imagem de trilhas em cores falsas do hemisfério norte de Europa, onde zonas de subducção podem existir. Crédito: NASA / JPL / University of Arizona.
Leia Mais ►

Foguete a etanol é lançado de Alcântara

O programa espacial brasileiro desenvolve foguetes de pequeno porte, desde 1965. Os primeiros foguetes brasileiros se chamavam Sonda e eram todos de combustível sólido. O Veiculo Lançador de Satélites (VLS) é um foguete de três estágios, todos de combustível sólido. Após três acidentes, desde 1997, o VLS passa por uma reavaliação que inclui usar estágios de combustível líquido.
Leia Mais ►