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IMAGENS IMPRESSIONANTES CAPTADAS PELO TELESCÓPIO ESPACIAL JAMES WEBB

 


Na última terça-feira, 12 de Julho, o mundo pode acompanhar a divulgação de alguns registros fotográficos realizados pelas poderosas lentes do telescópio espacial James Webb. As imagens marcam uma nova era na Astronomia por possibilitar a observação de galáxias, planetas entre outros corpos celestes com uma nitidez impressionante.

A Nasa ( Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) apresentou as imagens capturadas da nebulosa Carina, descoberta em 1752 pelo astrônomo francês Nicolas-Louis de Lacaille. Outra imagem divulgada antecipadamente pelo Presidente  dos Estados Unidos mostra o aglomerado de galáxias SMACS 0723 como apareceu há 4,6 bilhões de anos. Essa é a imagem mais profunda do universo.

A imagem seguinte foi a do Quinteto de Stephan, identificado em 1877 e consiste em um grupo de cinco galáxias localizadas na constelação de Pegasus que estão em interação. Na sequência temos a Nebulosa do Anel que fica a 2300 anos luz de distância do nosso planeta, resultante da morte de uma estrela. Por fim temos a revelação da composição atmosférica do exoplaneta WASP 96b feita pelo espectrômetro do telescópio.

Confira abaixo as imagens divulgadas pela Agencia espacial Norte Americana:


Agrupamento de galáxias SMACS 0723
e galáxias ao fundo com o efeito de lente gravitacional.
Créditos: NASA / ESA / CSA / STScI



Composição atmosférica do exoplaneta WASP 96b observada com o espectrômetro do James Webb.
Créditos: NASA / ESA / CSA / STScI


Nebulosa do Anel observada pelo Telescópio Espacial James Webb - Créditos: NASA/ESA/CSA/STScL

O Quinteto de Stephan - Créditos: NASA/ESA/CSA/STSCL

Nebulosa de Carina observada pelo Telescópio Espacial James Webb. Estrelas nunca antes vistas
com outros telescópios foram reveladas nessa imagem magnífica.
Créditos: NASA / ESA / CSA / STScI

Além dessas imagens, também foram reveladas nesta semana as imagens feitas pelo mesmo telescópio do planeta Júpiter. O objetivo era verificar se ele era capaz de detectar objetos que se movem mais rapidamente. Isso é tudo! Continuaremos aguardando as próximas revelações do telescópio James Webb. 


Fontes Consultadas: NASA / ESA / CSA / STScI



POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA

PÓS GRADUADO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA 
AGRO EXTRATIVISTA

FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
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5 DE JUNHO - DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

 


No dia 5 de junho 1972, foi criado na cidade de Estocolmo durante a Assembleia Geral das Nações Unidas o dia Mundial do Meio Ambiente como uma forma de repensar o modelo de desenvolvimento destrutivo implementado pelas potências ao longo dos séculos. Atualmente, observamos o aumento dos eventos climáticos extremos em várias regiões do planeta. Se por um lado verificamos os impactos causados por Tempestades e furacões que alagam e destroem áreas residenciais deixando milhares desabrigados, por outro, notamos a estiagem e a intensificação da seca.

Embora os mecanismos internacionais pressionem os governos a cumprirem os acordos de proteção ao meio ambiente, ainda é perceptível que os interesses econômicos de alguns setores são colocados em primeiro lugar. Enquanto isso, florestas são devastadas e diversas espécies da fauna e da flora correm risco de extinção.

A hora de mudarmos a nossa relação com a natureza está passando e se essa relação não mudar os principais atingidos será a humanidade.

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POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA

PÓS GRADUADO EM METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
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AGRO EXTRATIVISTA

FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
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OBSERVANDO O RECIFE ANTIGO


Recife antigo


O Recife Antigo é sem dúvidas um atrativo, e um apaixonante convite. O bairro é repleto de prédios históricos que mistura o passado e o presente em uma paisagem espetacular. Somando a esses aspectos, podemos contemplar o artesanato local que exalta a cultura pernambucana.

A capital do estado de Pernambuco existe mesmo antes de ser considerada uma cidade. No século XVII, o porto de Recife era o mais movimentado da América Portuguesa. No ano de 1630, os holandeses, desembarcando ao norte da cidade de Olinda, dominaram todo o litoral pernambucano e a cidade dos arrecifes, onde edificaram e fizeram prosperar, na entrada do porto, a sede dos seus domínios. A região recebeu investimentos durante o governo de Mauricio de Nassau que promoveu inúmeras transformações na arquitetura local e na relação com senhores de engenho da região denominada território holandês.

Em 1790, Dom João V elevou a cidade à categoria de vila e, no início do século XVIII, a nova classe já se fazia notar pelas ruas do antigo povoado: os mascates.

Fontes consultadas: Publicação da Prefeitura da Cidade do Recife – Recife – Informations Pour De Futurs Investisseurs Dans La Ville. Informações Para Investimentos Na Cidade.










FOTOS: ÉLIDA KARLA
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O VALE DOS DINOSSAUROS DO SERTÃO

Os dinossauros sempre impressionaram milhões de pessoas ao redor do mundo ao serem retratados em obras de ficção cinematográfica, mas não é preciso ir muito longe para conhecer um pouco da história desses repteis que um dia, já dominaram o mundo. Aqui mesmo no Brasil podemos encontrar alguns resquícios da passagem desses gigantes.
Tratasse de uma unidade de conservação criada em 27 de dezembro de 2002 no Município de Sousa na Paraíba e compreende uma área de mais 1.730 km², abrangendo aproximadamente 30 localidades no alto sertão brasileiro, além de Sousa destaca-se os municípios de Aparecida, Marizópolis, Vieirópolis, São Francisco, São José da Lagoa Tapada, Santa Cruz, Santa Helena, Nazarezinho, Triunfo, Uiraúna, Cajazeiras. Os registros mais importantes estão no município de Sousa, distando 7 km da sede do município. O acesso é feito pela PB-391 sentido Sousa/Uiraúna.

Entrada do Vale dos Dinossauros/ foto: flick

O vale é considerado um dos mais importantes sítios paleontológicos existentes, onde registra-se a maior incidência de pegadas de dinossauros no mundo. Os fósseis mais importantes estão na Bacia do Rio do Peixe, município de Sousa, a 420 km de João Pessoa. Lá, encontram-se rastros e trilhas fossilizadas de mais de 80 espécies em cerca de 20 níveis estratigráficos. Destacam-se as trilhas das localidades da Passagem das Pedras, onde foram descobertas os primeiros indícios de dinossauros brasileiros, no fim do século XIX.
Pegadas dos dinossauros
Foto: Jonatas Costa 


É possível encontrar vestígios desse tempo pré –histórico em toda a região. Rastros fossilizados cujo tamanho varia de 5 cm (de um dinossauro do tamanho de uma galinha), até 40 cm, como as pegadas de iguanodonte de 4 toneladas, 5 metros de comprimento e 3 metros de altura. A maioria das pegadas são de dinossauros carnívoros. Uma trilha com 43 metros em linha reta é a mais longa que se conhece no mundo. De acordo com os paleontólogos, esses rastros têm pelo menos 143 milhões de anos.
Existe também (embora em menor quantidade), marcas petrificadas de gotas de chuva, plantas fósseis, ossadas parciais de animais pré-históricos e pinturas rupestres feitas pelos antigos habitantes. Estas últimas localizam-se principalmente no Serrote do Letreiro (em Sousa) e Serrote da Miúda (nos municípios de São Francisco e Santa Cruz ).
Toda a infraestrutura do local foi restaurada, incluindo o museu, quiosques, passarelas, mirantes de observação e a Casa do Pesquisador. Também foram incluídas no projeto a construção de uma lanchonete, a urbanização das áreas de circulação dos turistas e a contratação de dois consultores para reformular a exposição permanente que é apresentada no prédio principal.
A reforma do museu incluiu a instalação de climatizadores e a reestruturação do espaço de exposições, auditório, escritórios e banheiros. A iluminação foi projetada sobre trilhos e com diferentes tipos de lâmpadas para se adequar ao que estiver sendo apresentado no local. Som ambiente e monitores com vídeos vão guiar o turista. Além disso, foi criada uma loja para comercialização de material produzido por artistas da região.
Todo o projeto de revitalização segue as normas de acessibilidade. Na área externa, a adaptação do local incluiu a implantação de vagas exclusivas, rampas nas calçadas e substituição da pavimentação do acesso aos mirantes de observação.

Rio do Peixe
Foto: Jonatas Costa
Sem dúvida alguma, o vale dos dinossauros é um dos lugares que merece ser visitado, não só pelo lado turístico, mais  por sua importância histórica de um época em que a terra era ocupada por grandes repteis e por uma flora totalmente diferente da conhecida hoje. É importante ressaltar que está perto dos brasileiros que muitas vezes preferem viajar para o exterior a contemplar suas próprias particularidades locais.

Fontes Consultadas:
paraiba.pb.gov
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POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
PÓS GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM HISTÓRIA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FORMAÇÃO TÉCNICA EM AGROEXTRATIVISMO
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO,( PROJETO INICIADO EM 2014) .TRABALHA COM TEMAS RELACIONADOS A TERRITORIALIDADES EM ESPAÇOS PÚBLICOS (GEOGRAFIA URBANA) E METODOLOGIA DE ENSINO DE GEOGRAFIA.

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NOVO VOLUME DA REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA

O INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) lançou na última quinta-feira 31 o primeiro número do volume 62 da Revista Brasileira de Geografia (RBG). A nova edição foi elaborada por pesquisadores do departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade de Lisboa. Podemos adiantar aos leitores que a revista traz uma entrevista sobre o geoprocessamento no Brasil e a resenha de uma obra clássica do século XIX.  Além disso, o novo volume traz três artigos que remontam a importância das representações gráficas, analisam uma recente pesquisa sobre a fronteira agrícola amazônica e discutem os impactos da modernidade sobre o pensamento geográfico contemporâneo.
 A RBG foi criada pelo Instituto em 1939 e lançou edições regularmente até o ano 2006 e, após um período de interrupção de dez anos, ela retornou no ano passado com formato digital e periodicidade semestral. Para os interessados em apresentar seus trabalhos nas próximas edições acessem o site da revista para submissão dos artigos.


Fonte:CNAE
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A ORIGEM DAS FESTAS JUNINAS

Olá, observadores! Hoje, iremos conhecer um pouco da origem de uma das festividades regionais mais tradicionais do Brasil. Enraizada principalmente no Nordeste brasileiro, as festas juninas são caracterizadas pela diversidade de comidas a base de milho; pela explosão multicor dos fogos de artifício, assim como pela beleza das quadrilhas juninas.
Num período em que as temperaturas estão relativamente baixas e as chuvas já pintaram de verde a paisagem da região, os nordestinos dedicam essas festividades do mês de junho a Santo Antônio (dia 13), São João ( dia 24)  e São Pedro (dia 29) acendendo fogueiras¹ em sua homenagem. No entanto, muito dessa tradição vem passando por um processo de renovação que ainda não sabemos, até que ponto ela resistirá.


Mas, afinal... Qual a origem das festas juninas?
Para respondermos a esta pergunta temos que voltar no tempo, até antes do surgimento do próprio cristianismo. Acredita-se que tudo tenha começado com a comemoração do solstício de verão no hemisfério norte em celebrações pagãs. Acredito que vocês já devam ter ouvido o termo “festa da colheita”, pois bem, muitos desses povos pediam a suas divindades uma boa colheita ou se estendiam a rituais de fertilidade no mês de junho.
Com a expansão do cristianismo, muito desses rituais/celebrações foram absorvidos e (re) significados pela igreja e com a colonização de novas terras pelos europeus, essas tradições foram incorporadas nas colônias como fora o caso do Brasil. Aqui, elas ganharam elementos que ajudaram a moldá-la como a conhecemos hoje.

A tradição das quadrilhas juninas
Embora as quadrilhas juninas possua um caráter interiorano, foi na iluminada Paris (no século XVIII) que ela surgiu. Na França ela tinha um caráter aristocrático dançada nos salões pela elite. Quando finalmente chegou ao Brasil ela caiu no gosto popular e se transformou no que conhecemos hoje repleta de simbolismos que retrata o estilo “caipira” de vida.
As maiores festas juninas do Brasil
Quando se trata de festa junina, o interior dos estados nordestinos realizam as maiores e talvez as mais “badaladas” festas de todas. Conhecidas em todo o Brasil, as festas juninas de Campina Grande – PB e Caruaru – PE disputam o titulo de maior São João do mundo. São 30 dias de festas que atraem turistas de todo o país que, além de dançar forró no parque do povo em CG - PB e pátio do forró em PE, visitam feiras de artesanatos em madeira, couro, estopa entre outros. Em Campina Grande, os turistas tem a oportunidade de embarcar no trem do forró numa viagem de duas horas dançando forró até um distrito do município entre outras atrações.
Construção da fogueira cenográfica no Parque do povo em Campina Grande - PB (2022)


Área de shows no Parque do Povo em Campina Grande - PB

E vocês? Já foram a uma festa junina? O que acharam? Deixe um comentário J

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¹AS FOGUEIRAS - tradição que quase não existe nas áreas urbanas em decorrência da fiscalização do corte ilegal de árvores, como também pelo receio da violência)

PESQUISA E FINALIZAÇÃO TEXTUAL
RONALDO OLIVEIRA – ESPECIALISTA  EM HISTÓRIA
   
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A DIVERSIDADE GEOGRÁFICA DA TERRA

Neste artigo, produzido pela equipe de redação do Observatório Histórico Geográfico abordaremos os elementos que tornam o planeta terra tão rico em diversidade, para isso, iremos fazer uma breve síntese sobre o relevo e o clima, as águas, os solos e a vegetação. Por fim faremos um breve comentário acerca dos espaços de povoamento do planeta. Para uma melhor compreensão de como esses fatores funcionam é importante observarmos a inter-relação existente entre eles.
Boa leitura!


Um mundo de diversidade que até agora não foi descoberto em nenhum outro, sim, esse é o nosso magnifico planeta azul. A terra possui milhões e talvez bilhões de espécies que povoam os mais inusitados ambientes, mas para essa dispersão de seres vivos pelos diversos espaços terrestres é necessário que haja as condições perfeitas ou pelo menos razoavelmente favorável para seu desenvolvimento.


RELEVO E O CLIMA

Neste contexto destacaremos a diversidade de domínios naturais em especifico o relevo e o clima. Esses dois fatores aliados a outros que destacaremos mais adiante são responsáveis por transformar a paisagem geográfica. Para que se torne mais claro vamos observar a gênese do relevo começando pela Crosta terrestre. A costra é a camada superficial que está exposta a ação de diversos elementos como a água, o clima e a vegetação etc. todos esses elementos são condicionantes para que exista diferentes formas de relevo. Mas, não podemos destacar apenas o elementos externos, sabemos que no interior da terra existe outras forças em atuação que também são capazes de modelar o relevo entre elas podemos citar os terremotos, o vulcanismo e a própria movimentação das placas tectônicas sobre este último fator podemos exemplificar usando a cordilheira do Andes formada pelo choque de duas placas tectônicas.
Os principais tipos de relevo são: Planícies (terras baixas em relação ao nível do mar), Planaltos (terras elevadas em relação ao nível do mar), depressão (áreas baixas devido ao desgaste erosivo).
Quanto ao clima podemos observar uma grande variedade distribuída em diferentes regiões do planeta. O clima pode ser entendido como o comportamento das condições da atmosfera somado a incidência da radiação solar em determinada área. Os tipos de relevo e a presença de água na superfície interferem nas condições climáticas que atuarão sobre determinada região, mas outros fatores como as massas de ar e a posição geográfica referindo-se agora a latitude também são responsáveis por essa dinâmica climática. No Brasil encontramos pelo menos 7 tipos de climas e no mundo 10 (köpen).
É comum ouvirmos cotidianamente alguns equívocos como “Como está o clima hoje?” nesta perspectiva refere-se ao tempo (escala menor), o clima é utilizado para designar as condições atmosféricas que atuam por um longo período em determinada região (escala maior).

Para se aprofundar mais no conteúdo visite os artigos:


AS ÁGUAS E OS SOLOS


O termo planeta azul faz referência a grande quantidade de água presente nos oceanos da Terra que por sua vez interferem e sofrem influência de fatores climáticos. Mas não vamos relatar aqui a dinâmica oceânica e sim as águas superficiais presentes nos continentes, os rios.
Os rios são águas correntes que afloram (nascem) dos lençóis subterrâneos, essas águas escorrem pela superfície graças aos tipos de relevo presentes no decorrer de seu curso. Os rios podem desembocar tanto nos mares e oceanos quanto em um rio maior da bacia hidrográfica a qual pertence.
As bacias hidrográficas são formadas por um conjunto de rios menores que desembocam em um rio principal, no Brasil podemos citar as Bacias do São Francisco, Platina e a maior de todas Amazônica.
O clima também interfere nos rios, pois ele é quem vai determinar sua vazão.

SOLOS


Podemos compreender o solo como uma fina camada presente sob a crosta terrestre. Esta camada é resultante da desagregação das rochas por meio do processo de intemperismo ou seja pela ação da água, e também pela ação das altas temperaturas presentes nos períodos de seca. Pra que esse processo torne o que antes era rocha requer muito tempo. Todos esses fatores são responsáveis pelos diferentes tipos de solos.
Esses solos são formados em camadas que os classifica em: solos recentes, jovens e maduros.

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VEGETAÇÃO


Para entendermos como está distribuída a vegetação mundial temos que levar em consideração os elementos que estudamos anteriormente: os tipos de solo, de relevo, a influência climática e a quantidade de água entre outros.

A vegetação é encontrada em quase todas as regiões da terra, salve algumas exceções. Vamos por parte, nas regiões polares não encontramos vegetação devido ao solo está totalmente recoberto pelo gelo e pouca incidência de luminosidade, mas se voltarmos um pouco nas regiões de clima temperado notaremos a presença de formações vegetais importantes, porém que não se comparam a exuberância do tipo de vegetação encontrada nas regiões mais quentes do planeta onde estão presentes as florestas tropicais ricas em diversidade. ´
É importante ressaltar que em regiões de clima quente e de baixa umidade, a vegetação encontra dificuldades para se desenvolver e propagar-se naquele espaço. Como ressaltado anteriormente a vegetação para se desenvolver sofre a influência de outros fatores naturais.
Não poderíamos encerrar está parte sobre vegetação sem falar sobre o desmatamento das florestas. No Brasil, diversos tipos de vegetação vem sendo exterminadas por meio da ação ilegal e até mesmo irracional do homem. Em regiões de clima semiárido como no Nordeste a vegetação nativa da Caatinga foi praticamente quase dizimada em boa parte dos estados, assim como a Mata Atlântica no litoral brasileiro e a Floresta Amazônica no Norte do Brasil vem sofrendo com as queimadas, e a ação ilegal de madeireiras que derrubam as árvores visando apenas o lucro.
Falar em mudanças climáticas é relativamente complicado, pois sem comprovação cientifica fica apenas no campo do senso comum, mas seguindo uma linha de pensamento já muito disseminada entre estudiosos, a derrubada da floresta resulta na diminuição de chuvas em outras regiões, será que vale apena transformar elementos vitais a vida no planeta em dinheiro? É uma pena que poucos refletem sobre isso, e quem realmente tem força e o poder de mudar isso, simplesmente parece não dá a mínima.

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ESPAÇOS DE POVOAMENTO DO PLANETA


Sem sombra de dúvida os espaços de povoamento do planeta contrastam com as antigas civilizações que já habitaram o habitaram. Na antiguidade as áreas de povoamento estavam diretamente ligados a proximidades de grandes fontes de água como no caso do Egito e da Mesopotâmia, entretanto, com o passar dos séculos a humanidade passou a ver o mundo por outros ângulos.
A busca por melhores localidades para povoar foi um deles, e nesse contexto estão inseridos os tipos de solo, o clima, a quantidade de água acessível enfim, elementos que possam garantir boas condições de vida.

Se pegarmos um mapa e observarmos a distribuição dos espaços de povoamento notaremos que a população da Terra não está distribuída igualmente em todas as partes do globo. Ao contrário, há excesso de gente em algumas regiões e falta em outras. Vejamos no gráfico abaixo como está distribuída a população nos continentes: 
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Artigo produzido pelo OHG

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RESUMO - BRASIL IMPÉRIO

O Brasil passou a ser império com o advento da independência em 1822 e durou até 1889 quando foi instaurado o sistema republicano no país. A primeira Constituição brasileira é de 1824, cujas leis vigoraram durante todo o Brasil Império. De acordo com Brasil (2009) "a carta estabelecia, entre outros pontos, a Monarquia Constitucional, com governo centralizado; sistema representativo com Senado e Câmara dos Deputados; quatro poderes políticos harmônicos – Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador -, este último exercido pelo Imperador. O direito de votar e de se eleger estava vinculado à posição social e patrimônio financeiro, o que excluía a maior parte da população."

Brasil: Divisão politica durante o Império


Esse período da história brasileira fica melhor compreendida quando dividida em três momentos:Primeiro Reinado, Período Regencial e Segundo Reinado. 
O primeiro Reinado ficou marcado pela chegada da família real Portuguesa as terras brasileiras fugidos das forças de Napoleão que haviam chegado a Peninsula Ibérica. O fato rendeu ao Brasil o título de Reino Unido de Portugal e Algarves e agora, entrava em uma nova fase politica.  
O segundo Reinado - foi o período mais longo da História Imperial e durou de 1839 a 1889. Os principais fatos que marcaram este período foram:

  •  Maioridade de Dom Pedro II, realizada no dia 23 de julho de 1840;
  • Criação de mecanismos capazes de favorecer a liberais e conservadores;
  • Período de estabilidade;
  • Economia impulsionada pela cultura do café;
  • Decadência do tráfico Negreiro que foi amplamente combatido pelas potencias europeias;
  • Crescimento dos movimentos abolicionistas;

LINHA DO TEMPO
  • Período Regencial (1831 a 1840) - Após a saída precipitada de D. Pedro I, o Brasil ficou com um menino de cinco anos de idade como chefe de Estado. Sem precedentes a seguir, o império foi confrontado com a perspectiva de um período de mais de 12 anos sem um executivo.
  • Parlamentarismo - As prerrogativas e autoridade concedida ao legislativo dentro da constituição significava que ele poderia e deveria desempenhar um papel importante e indispensável para o funcionamento do governo — que não era apenas uma instituição fantoche. 
  • Fim do Império - o fim da escravidão foi o golpe final para qualquer crença restante na neutralidade da coroa e isso resultou em uma mudança explícita do apoio ao republicanismo.
FATOS OCORRIDOS DURANTE O BRASIL IMPÉRIO

ü  Guerra do Paraguai;

ü  Confederação do Equador: movimento revolucionário e emancipacionista ocorrido na região nordeste do Brasil;

ü  Lei Eusébio de Queiróz: fim do tráfico de escravos;

ü  Fundação do Partido Republicano Brasileiro;

ü  Lei do Ventre Livre: liberdade aos filhos de escravas nascidos a partir daquela data;

ü  Imigração européia para o Brasil;

ü  Início do Ciclo da Borracha;

ü  crise política e conflitos entre a Monarquia Brasileira e o Exército;

ü  Lei dos Sexagenários: liberdade aos escravos com mais de 65 anos de idade;
ü  Lei Áurea decretada pela Princesa Isabel: abolição da escravidão no Brasil;.

ü  Proclamação da República no Brasil em 15 de novembro;


Referências 
http://www.historiadobrasil.net/imperial/




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GALERIA VIRTUAL - PAISAGENS DO INTERIOR NORDESTINO

As imagens abaixo foram capturas nos municípios de Matureia -PB e Teixeira -PB interior do estado da Paraíba por Felipe Araújo e gentilmente cedidas ao Observatório histórico Geográfico para compor está galeria. Nessa região do estado o relevo é caracterizado por ser ondulado a fortemente ondulado com cotas que variam entre 750 metros e 1.000 metros. CPRM(2005).

Foto: Felipe Araújo

Foto: Felipe Araújo

Foto: Felipe Araújo

Foto: Felipe Araújo

Foto: Felipe Araújo

Foto: Felipe Araújo

Foto: Felipe Araújo

Foto: Felipe Araújo

Foto: Felipe Araújo


POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FUNDADOR DO BOLG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO, LEITOR ASSIDUO DE LIVROS DE FICÇÃO E FANTASIA, FÃ DE SÉRIES E FILMES DE SUSPENSE, TERROR E COMÉDIA, CURTI ROCK CLÁSSICO, POP ROCK ETC. APAIXONADO PELA CIÊNCIA GEOGRÁFICA.

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